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Se reside em Baden-Aargau ,e tiver conhecimento de ofertas de Emprego para fàbricas ou limpezas.Entre em contacto connosco,através dos comentàrios do Blog.
Uma mulher com Permis B ,anda hà procura de Emprego ,se ouviu falar de alguma coisa ou tiver conhecimento,não hesite contacte-nos.
Pois todos os que viemos de Portugal para a Suiça,foi atràs de uma vida melhor,e ajudar o próximo e sem duvida um grande passo.
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Um dos resorts mais famosos da Suíça. Além da vista privilegiada do Matterhorn, esportes como caminhada, rafting ou mesmo ski são possíveis durante o verão. Para quem prefere relaxar, a sugestão são os spas dos hotéis estrelados da vila.
www.zermatt.ch

Os suíços irão se pronunciar sobre os novos passaportes biométricos e bilhetes de identidade a 17 de Maio. Enquanto aguarda o resultado do escrutínio, continuam os trabalhos tendo em vista a introdução desses documentos.
A transição para recolha de dados biométricos nos passaportes esta realmente em curso no mundo, é justificado pelo governo. A lei,a que será submetido à votação permite que lhe garanta a liberdade para viajar a partir da Suíça, segundo ele.
O colégio eleitoral deve se pronunciar sobre a questão porque um referendo equipado com quase 64 MIL assinaturas que resultou no início de Outubro. A recolha é conduzida por um heterogênio da coligação variando de extrema esquerda para a direita dura.
Os opositores consideram exageradas as práticas exigidas para o estabelecimento dos documentos de identidade. Salientam ainda mais, há vários argumentos ideológicos, a começar pelo temor de um reforço do controlo estatal do cidadão e a recusa de Fletir com as exigências dos Estados Unidos e a União Europeia.
"E com o tempo não é possível estimar o potencial impacto que isso teria na viagem para os Estados Unidos". As autoridades americanas exigem que os passaportes emitidos após 25 de Outubro 2006 venham a incluir os dados biométricos na ausência do que os licenciados devem solicitar um visto.
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Foi a primeira vez que o galardão não teve como destinatário um jogador brasileiro. No ano passado o escolhido foi Kaká e, nas duas primeiras edições, o prémio foi parar às mãos de Ronaldinho Gaúcho.
O internacional português agradeceu aos "colegas e a todas as pessoas envolvidas no Manchester United e na Selecção Nacional" pelo apoio prestado nos últimos tempos, tal como à "família e amigos".
As reacções à distinção não tardaram. Gilberto Madaíl diz que o prémio "é justíssimo". E fez um voto: "Esperemos queele possa agora receber a ‘Bola de Ouro’ e o título de ‘Melhor Jogador do Mundo FIFA.’"
Rui Caçador, seleccionador nacional de sub-21, diz mesmo que o prémio pode "ser um ponto de partida para os outros dois" e Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato do jogadores, fala de um "justo reconhecimento".0 comentários Links para esta postagem
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Durante a sua estadia no continente africano, Andreia vai participar em acções de solidariedade e estará sujeita a inúmeras provas, onde espera marcar a diferença com a sua atitude. "Estive a ver fotografias das candidatas, mas não estou preocupada com o facto de serem mais ou menos bonitas do que eu. Voutentar marcar diferença pela atitude", conta a modelo que, apesar de não estar à espera de ser coroada a mais bela do Mundo, vai lutar por um bom resultado. "Estou a representar o meu País e, por isso, quero conseguir um bom resultado".
UM MÊS SEM O NAMORADO
Apesar de estar bastante entusiasmada por participar no concurso Miss Mundo, Andreia Rodrigues não esconde a tristeza pelo facto de estar longe do namorado. "Nunca estivemos tanto tempo separados e é claro que vai custar um bocadinho", lamenta a manequim da L’ Agence que, ainda assim, espera contar com o apoio do namorado no dia da grande final - 13 de Dezembro. "Ele ainda não sabe se pode ir, mas para mim era muito importante que lá estivesse", diz esperançosa.
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Cinco livros (o sexto foi agora publicado). 2621 páginas (mais as 611 do último). 640 mil exemplares vendidos. Ele é um dos autores de maior sucesso em Portugal. Tem as orelhas grandes. Já adivinhou quem é?
Só em Portugal já vendeu mais de 640 mil livros. Sempre livros ‘gordos’. O mais recente, ‘A Vida num Sopro’, não foge ao cânone – tem 611 páginas. Mas, desta vez, José Rodrigues dos Santos deu descanso a ‘Tomás de Noronha’, antes chamado a resolver os mistérios da origem de Cristóvão Colombo e da existência de Deus, sem esquecer a crise energética, em ‘O Codex 632’, ‘A Fórmula de Deus’ e ‘O Sétimo Selo’, respectivamente. 'Não pode andar sempre metido em aventuras, isso até faz mal à saúde', explica o escritor e jornalista que, em ‘A Vida num Sopro’, mergulha no século XX português. 'Acho importante não me tornar previsível. Gosto de surpreender os meus leitores.' Surpreendê-los pelo tema, porque a fórmula literária é a mesma: uma boa história e escrita simples.
Tal como ‘AFilha doCapitão’, prévio à trilogia protagonizada por ‘Tomás de Noronha’, ‘A Vida num Sopro’ tem pontos de contacto com a história familiar de José Rodrigues dos Santos – ‘Amélia’ e ‘Luís’ são inspirados nos avós maternos, que também se conheceram no liceu de Bragança. O que a mãe e a tia Rosalina do escritor lhe foram contando acerca deles permitiu-lhe desenvolver as personagens. 'Procurei reinventar a história da minha família para mostrar o que era viver em Portugal na década de 30.'
Em ‘A Filha doCapitão’, o pano de fundo histórico foi a participação portuguesa na IGuerra Mundial. Em ‘A Vida num Sopro’ são os primeiros anos do Estado Novo. Polémica à vista, pois José Rodrigues dos Santos quis, assumidamente, 'olhar o salazarismo para além das ideias feitas'. Oque, a páginas tantas, ‘Fernando’, companheiro de estudos de ‘Luís’, faz é a apologia da limpeza da casa nacional após a rebaldaria que significara a I República.
Tem a palavra o autor:'A História é escrita pelos vencedores, que tendem a demonizar os vencidos. O Estado Novo é consequentemente demonizado no discurso ideológico que se seguiu à Revolução de Abril. Mas há um facto que é incontestável, embora seja muitas vezes ocultado:na década de 30, quando apareceu, Salazar era de facto uma figura muito popular.' Não se pense, contudo, que esta tentativa de compreender a popularidade do ditador impede Rodrigues dos Santos de fazer com que ‘Luís’ – nem de longe militante comunista – experimente os calabouços da então ainda PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado). A vida é mais complexa do que isso. E os livros também.
'Dorme, mãe Pátria, nula e postergada.' É um verso de Fernando Pessoa importante no decurso e, especialmente, no final da narrativa de 'A Vida num Sopro'. José Rodrigues dos Santos viveu sob o Estado Novo, mas era muito jovem para entender o que se passava à volta, para se aperceber do adormecimento. Nasceu na Beira, em Moçambique, no dia 1 de Abril de 1964. Opai era o director do hospital de Tete.
Depois do 25 de Abril, Rodrigues dos Santos viveu em casa de uma tia, em Benfica. Tempos difíceis. Primeiro vieram ele e o irmão. Depois a mãe. Mais tarde o pai, que tinha a família em Penafiel. Pai e filho moraram lá antes de rumarem a Macau, onde José, com 15 anos, se iniciou no jornalismo.
José Rodrigues dos Santos não conhece o tão famoso ‘bloqueio de escritor’. Já está a escrever um novo livro. O tema 'a seu tempo se saberá'. Mas uma coisa é certa: 'A História de Portugal é riquíssima, tem terreno fértil para boa ficção. Uma vez um inglês disse-me que os portugueses têm uma História fantástica, o problema é que não a sabem vender. Por que não usar a ficção para reconstituir as extraordinárias histórias que estão para contar?'
No que lhe respeita, já provou que é capaz de vender livros:45 mil exemplares de ‘A Ilha das Trevas’, com narrativa situada em Timor ocupado pela Indonésia, 100 mil de ‘A Filha doCapitão’, 150 mil de ‘A Fórmula de Deus’, 160 mil de ‘O Codex 632’, outros 160 mil de ‘O Sétimo Selo’. Oúltimo, apresentado quinta-feira, tem uma primeira tiragem de 50 mil exemplares.
Não há casamento obrigatório entre quantidade e qualidade. Mas o divórcio também não é fatal como o destino. 'Há bons livros que vendem muito, há bons livros que vendem pouco, há maus livros que vendem pouco e há maus livros que vendem muito.' Assim cobertas as possibilidades, cruzadas todas as variáveis, fica a pergunta:'Oque é um bom livro?' Para José Rodrigues dos Santos 'é aquele que está bem escrito e conta uma boa história. Se o romance está bem escrito mas a história não presta, o romance não é bom. Se a história é muito boa mas o romance está mal escrito também não é bom.' Pelo visto, ou melhor, lido, os portugueses consideram que os romances dele estão bem escritos. E têm boas histórias.
TEMPO PARA TUDO
José Rodrigues dos Santos começou a escrever ‘A Vida num Sopro’ em 2005, semanas antes de lançar ‘OCodex 632’. A ideia para ‘A Fórmula de Deus’ levou-o a interromper o processo. Seguiu-se ‘OSétimo Selo’. Pretendendo, por um lado, dar uma pausa a ‘Tomás de Noronha’, por outro surpreender os leitores, retomou ‘A Vida num Sopro’, que agora dá a conhecer. É com esta caneta e neste bloco que assenta as ideias para os seus livros. O relógio precisa dele para controlar o tempo.José Rodrigues dos Santos levanta-se cedo para escrever. Depois vai para a RTPou dar aulas. É preciso disciplina para equilibrar tudo, sem esquecer a atenção que as duas filhas requerem.
MUNDO LITERÁRIO
De um lado Somerset Maugham, V. S. Naipaul, prémio Nobel da Literatura em 2001, e Eça de Queiroz. Do outro John Grisham e Stephen King. São as referências literárias de José Rodrigues dos Santos. Uns e outros "contam boas histórias com recurso a um texto simples e elegante". Para Rodrigues dos Santos, as palavras estão ao serviço da história e não ao contrário. Dos livros que escreve espera que sejam "fáceis de ler, que haja sempre algo a acontecer e que os leitores aprendam alguma coisa com eles"
SALAZAR
"Na década de 30, Salazar era, de facto, uma figura popular. E a pergunta que se coloca é:se ele era assim tão mau, por que razão os portugueses gostavam dele?‘A Vida num Sopro’ foi à procura de respostas."
‘TOMÁS DE NORONHA’
"Anda na sua vidinha e faz ele bem! Não pode andar sempre metido em aventuras." Perito em criptanálise, ‘Tomás de Noronha’ protagoniza ‘O Codex 632’, ‘OSétimo Selo’ e ‘A Fórmula de Deus’.
OS AVÓS
"As personagens de ‘A Vida num Sopro’ são os meus avós. Os meus avós maternos, Luís e Amélia, conheceram-se no liceu de Bragança. Os paternos eram de Penafiel. Introduzi a premissa ficcional: e se os meus avós maternos se tivessem cruzado com os paternos?"
ÁFrica
"Eu vivi sob o Estado Novo, em Moçambique, mas era muito novo para ter um entendimento do que se passava à minha volta. ARevolução de 1974 ocorreu quando eu tinha 10 anos."
O CÃO NILO
"Existiu mesmo. Diz a minha mãe que foi o cão mais inteligente que alguma vez conheceu. Era tão esperto que ia sozinho às compras. O Nilo merecia estar neste romance [‘A Vida. num Sopro’...]"
MESTRES
"Admiro a simplicidade de escrita de Somerset Maugham, V. S. Naipaul e Eça de Queiroz e, num pólo totalmente diferente, de John Grisham e Stephen King. Todos eles contam boas histórias com recurso a um texto simples e elegante."
MACAU
"Macau é uma hipótese [de inspiração para um novo livro]. Como dizem os americanos, o céu é o limite." Aos 15 anos, Rodrigues dos Santos foi para Macau com o pai.
BEST-SELLERS
"Claro que um best--seller pode ser um bom livro. Um bom romance é aquele que está bem escrito e conta uma boa história. Do meu ponto de vista, bem escrito não significa recurso a uma escrita difícil."
AMORES
"O que seria um livro a relatar um amor feliz para sempre?Um bocejo!Um amor desencontrado é muito mais interessante. Acontecem imensas coisas, há muitos conflitos, traições."
CINEMA
"Se as condições forem certas, gostaria de ver ‘A Vida num Sopro’ adaptado ao cinema ou à televisão." Leonel Vieira vai adaptar ‘A Ilha das Trevas". Por outro lado, Rodrigues dos Santos gostava que Tom Hanks fosse ‘Tomás de Noronha’.
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Sede do Festival de Jazz mais famoso da Europa que acontece todo mês de julho, a cidade tem um clima pitoresco, perfeito para passeios de barco e a pé pela margem do lago Léman. Não deixe de visitar o Castelo de Chillon.
www.montreux.ch
A terra ferve ainda sob o sol de um outono ardente. A perder de vista, as oliveiras resplandecem um verde prateado característico das suas folhagens, que abrigam as preciosas pepitas verdes ou negras dos seus frutos.
No Alentejo, província do sul de Portugal, a cultura da oliva é uma história ancestral que liga essa região de um país atlântico ao Mediterrâneo. É em Serpa, poucos metros distante da fronteira com a Espanha, que se encontra a quinta Risca Grande, assim denominada pelo fato de se tratar de uma larga faixa de terra fértil que separa terrenos mais pedregosos.
É esse "meio de lugar nenhum" que chamou a atenção de Andreas Bernhard. O zuriquense de origem conhece Portugal desde a sua infância. Há quinze anos, ele se instalou na região do Algarve, com a sua família. Porém, sob pressão de um turismo invasor, a família de Bernhard começou a sentir falta de ar.
Saudoso de espaço e natureza, Andreas Bernhard procura e encontra seu destino: serão as oliveiras. "Minha esposa e eu procuramos uma atividade que nos permitisse continuar vivendo em Portugal. Descobri o azeite de oliva graças a reportagens na televisão. Logo compreendi que havia um potencial no país para relançar essa atividade."
Então, "quando encontrei a quinta Risca Grande, não hesitei", revela Bernhard. Ele é tímido, pouco eloqüente, a não ser quando fala do trabalho e das suas plantações. Na sua chegada, em 2001, não havia nada em Risca Grande a não ser as oliveiras.
Hoje ele possui um terreno de 92 hectares. Os olhos claros de Andreas Bernhard franzem de divertimento. "Isso não é nada, meu vizinho mais próximo, um português, possui 900 hectares. Um pouco mais distante, um espanhol comprou 12 mil hectares. Eu sou apenas um pequeno proprietário".
Apesar disso, vê-se oliveiras cobrindo todo o horizonte. E sobre esse espaço foi necessário construir a casa, trazer água encanada, eletricidade e cuidar das árvores que já estavam abandonadas há muito tempo. Depois, o suíço, com seu entusiasmo de precursor, instalou uma prensa de olivas e logo começou a encher suas primeiras garrafas de azeite de oliva, tão artesanal quanto saboroso.
Também de forma rápida surgiram os problemas. A máquina burocrática funciona também muito bem nessa região: era impossível fazer azeite de oliva nessas condições. Os organismos de controle de Évora, a capital administrativa da região, eram formais: era necessário aplicar regras estritas no que diz respeito às dimensões da prensa e da higiene.
Bruxelas passou por lá e, como para muitos produtos alimentícios de tradição, as propriedades agrícolas se transformam em laboratório. Andreas Bernhard insiste, batalha, resiste, perde, planta e cresce.
"Hoje em dia estamos na quarta geração de máquinas de trabalho. É necessário investir sem cessar para garantir a competitividade. Países como a Austrália, África do Sul ou o Chile também começaram a produzir azeite de oliva e se posicionam no mercado de forma agressiva", revela o zuriquense. A marca Risca Grande foi registrada em 2006.
Andreas Bernhard gosta de mostrar aos visitantes a sua prensa, as esteiras rolantes que levam as olivas frescas até a prensa supermoderna, onde os tubos de PVC foram inclusive substituídos por aço inoxidável. "As regras para produtos biológicos são muito exigentes e estão em evolução constante. É necessário dizer que a demanda aumenta sem parar."

"Os produtos biológicos se vendem muito bem", explica o suíço. A marca conseguiu um contrato exclusivo com a rede helvética de supermercados Coop. As pequenas garrafas do seu azeite de oliva são colocadas nas prateleiras de produtos gourmet. Elas também são vendidas na Alemanha e na França.
Um detalhe: Andreas Bernhard também soube diversificar seu produto ao introduzir aromas de limão, laranjas e tangerinas, que são trituradas juntamente com as olivas. Os aromas cítricos penetram no óleo exatamente da mesma maneira como ocorre com o vinho nos tonéis de carvalho.
Inclusive, as comparações com a viticultura são freqüentes quando o assunto é o azeite de oliva. Andreas Bernhard chegou mesmo a participar de um curso de degustação em um laboratório...de enologia.
O proprietário do Risca Grande sabe que seus vizinhos o chamam de "o suíço louco", mas Bernhard não se incomoda.
"É verdade que os espanhóis estejam comprando centenas de hectares de terra para plantar oliveiras, pois no seu país já não há mais água para realizar uma cultura intensiva. Mas eu fiz a escolha de ter uma produção mais reduzida, com certificado de origem português e respeitando critérios biológicos e com muita qualidade. Remo contra a corrente, mas é o que gosto de fazer", defende-se.
Ele convenceu um proprietário português a passar também para a agricultura biológica. Cem hectares de oliveiras irão aumentar a produção do Risca Grande. As novas plantações de oliveiras estão ladeadas de árvores frutíferas para garantir sua origem biológica. Andreas Bernhard conhece o preço da originalidade e, sem ajuda da sua família, não seria possível ter sucesso no ramo.
Hoje sua fazenda representa um investimento de três milhões de euros. Sua esposa e seus dois filhos também trabalham na propriedade.
"Será necessário rever com a burocracia para modificar o status do Risca Grande", suspira Andreas Bernhard. Mas sua verdadeira preocupação é a próxima colheita que se anuncia, nos primeiros dias de novembro.
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Carnes Oliveira,Boucherie-Charcuterie-Talho e Charcutaria.
Numa breve descrição,vou lhes fazer uma apresentação do Carnes Oliveira.Este espaço comercial situado na localidade de Cousset,aposta num serviço de qualidade e muito personalizado,tendo ao dispor de todos os seus clientes uma vasta oferta de carnes frescas,de origem Suiça,tal como uma vasta oferta de enchidos tradicionais portugueses,produzidos com carne da mais alta qualidade.
Com um atendimento ao balcão personalizado,Carnes Oliveira oferece-lhe o serviço de entrega ao domicilio,fornecendo restaurantes ,cantinas,centros,mais abixo podem encontrar os contactos de carnes Oliveira,que estão na Suiça para lhe ajudar a matar a saudade de Portugal,e nada melhor que encher a barriga com produtos tradicionais do nosso Portugal.
Tendo ainda hà sua disposição uma grande variedade de produtos de mercearia e congelandos,provenientes de Portugal,tais como Bacalhau,peixe congelado,vinhos e muitas outras coisas ,a um preço muito competitivo.
O melhor mesmo é visitar e experimentar,da minha parte este estabelecimento recebe nota 10.
para contactos:
telefone:026 660 13 39
móvel:079 359 85 34
carnesoliveira@bluewin.chwww.carnesoliveira.ch
endereço: Cousset Centre
1774 Cousset
Fribourg
Tem um estabelecimento aberto?Vai organizar uma festa ou casamento?Prefere qualidade?
Então Carnes Oliveira é a sua solução.
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O aclamado guitarrista António Chaínho vai dar um recital dia 21 deste mês, no Jack Morton Auditorium, em Washington, no âmbito do II Ibero American Guitar Festival, em que participam, entre outros, Alirio Diaz, Sharon Isbin, ou Luz Maria Bobadilla.
António Chaínho acredita no "furor" que a guitarra portuguesa fará no Festival "por a sua sonoridade ser muito diferente do habitual e prender muito as audiências estrangeiras". O guitarrista confessa-se "habituado aos palcos do mundo": só o ano passado pisou cerca de meia centena "de Marrocos a Taiwan, passando por Espanha, África do Sul, Tailândia, Sérvia, entre outros, além de actuar regularmente em Portugal". Com uma carreira de mais de 40 anos, Chaínho é actualmente o mais internacional guitarrista português.
Este ano, a revista inglesa Songlines na edição celebrativa do seu cinquentenário, considerou o guitarrista português entre os cinquenta melhores músicos do mundo.
Em Washington António Chaínho será acompanhado à viola por Tiago Oliveira que já actuou no grupo Pólo Norte.
Natural de Santiago do Cacém (Alentejo), António Chaínho começou a tocar guitarra portuguesa em casas de fado do Bairro Alto, em Lisboa, acompanhando, ao vivo ou em disco, vários nomes do fado, nomeadamente Carlos do Carmo.
Integrou, no início de carreira, o conjunto de guitarras de Jorge Fontes no qual tocou durante dois anos.
Actualmente tem estabelecido parcerias com vozes femininas, designadamente Marta Dias, Isabel Noronha e Carminho.
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Os arredores da abadia e sua magnífica catedral barroca são um sítio histórico ímpar. O interior da famosa biblioteca colegiada é geralmente considerado o mais bonito exemplo de arte profana rococó na Suíça. Ela contém 150.000 livros e 2.000 manuscritos originais da Idade Média, assim como uma autêntica múmia de 2.700 anos.
Mais informações :
Tel.: +41 71 227 37 37
E-Mail:
info@st.gallen-bodensee.ch
Site:
www.st.gallen-bodensee.ch e
www.stiftsbibliothek.ch
![]() | |
| Tipo | Part-time |
| Data | 15-Oct-2008 |
| Location | Rotkreuz/Risch |
| Informação da Empresa | Rotkreuz, Website: http://www.portugiesischkurs.net |
| Descrição do emprego | Olá, quero aprender português. Por isso estou a procura de alguem que pode ensinar me. Vivo em Rotkreuz (Kanton Zug). Se seja interessado escreve um mensagem: rz@razfazz.at Até breve, Roland |
| Qualificações | nenhumas apesar de falar português |
| Compensações | 15 CHF por hora |
| Roland Zoder Email do contacto: rz@razfazz.at | |
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A capital da Suíça tem muitos charmes. A cidade antiga é emoldurada pelo rio Aare e oferece panorama espetacular dos Alpes. Com seus 6km de construções em calcário e arcadas medievais, suas fontes renascentistas com figuras coloridas e sua linda catedral cercada por telhados pitorescos, Berna, fundada em 1191, é uma verdadeira jóia da arquitetura medieval na Europa.
Quase seis meses depois das eleições, o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, vai acolher de hoje a uma semana, a primeira reunião do novo Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP). A decorrer de 15 a 17 deste mês, a reunião de Plenário do CCP marca o início de funções dos conselheiros e ainda a escolha dos membros que vão compor o Conselho Permanente do CCP, formado, no máximo, por onze conselheiros.
Ensino da língua portuguesa, serviços consulares, papel do CCP, importância das comunidades e do meio associativo, trabalho precário e reformas: estes foram problemas em comum indicados por conselheiros de vários países. Além destes, alertaram para outras questões, de carácter local, que afligem os portugueses residentes num pais específico.
São problemas que estes membros do novo Conselho das Comunidades Portuguesas vão levantar e para os quais pretendem encontrar uma solução, a partir do dia 15 deste mês…
![]() | Inicialmente composto por 100 membros, o CCP - órgão de consulta do Governo português para as questões de emigração - passou a ser constituído por 73 conselheiros, como consequência da nova Lei que rege aquele organismo, aprovada em 2007. |
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“(...) Com isto tudo, quer-me parecer que Putin anda a querer mostrar que tem a pila maior que os outros”
Vladimir Putin acaba de lançar um DVD onde ensina os movimentos do judo, já que é cinturão negro desta arte marcial. Putin faz o possível e o impossível para mostrar a sua virilidade: já foi fotografado a pescar de tronco nu, a voar num avião de combate e, muito melhor ainda, a disparar um dardo tranquilizante sobre um tigre de forma a impedir que este atacasse um grupo de jornalistas/cientistas que o acompanhavam. Era porreiro que o DVD do judo tivesse estes momentos incluídos nos extras. Eu sacava logo, desculpem, comprava logo.
Eu gosto muito de filmes e à força de ver tantos começo logo a fazê-los na minha cabeça. Já estou a ver matéria para um, aqui. É óbvio que estamos perante uma mensagem pouco subliminar: com isto tudo, quer-me parecer que Putin anda a querer mostrar que tem a pila maior que os outros. Os outros poderão ser, para além de rivais no seu próprio reino, líderes de outras potências. Assim de repente, sei lá, o Bush, por exemplo. Que eu saiba, o cowboy-mor dos Estados Unidos ainda não lançou nenhum vídeo a apanhar gado num rodeo ou a montar um touro. Anda a dormir na baliza.
Pensando num outro filme para este argumento (temos que ter referências, afinal, como dizia o outro, do nada, nada se cria), acho que se poderia pegar em 'Enter The Dragon', com Bruce Lee, como ponto de partida. Basicamente, temos Lee como um infiltrado de uma agência governamental a lutar contra a escumalha da Terra e seus representantes num torneio ilegal numa ilha recôndita. Convém sublinhar que a luta é até à morte. Nesta versão, propunha, além dos nomes referidos, Kim Jong-Il, Castro, Bin Laden e outros fundamentalistas árabes, bem como judeus, não esquecendo os ditadores africanos. Para tornar a coisa mais interessante, em vez de filme, fazemos um reality-show, com transmissão directa e ininterrupta. Só tenho um problema: quem seria o 'infiltrado'?
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O grupo Buraka Som Sistema é o candidato da MTV Portugal ao prémio de "Artista favorito da Europa", cujo vencedor é anunciado a 06 de Novembro em Liverpool, Reino Unido, nos 15/os Prémios Europeus de Música da MTV.
A MTV Portugal anunciou hoje que os Buraka Som Sistema foram eleitos a melhor banda portuguesa e disputam a partir de terça-feira o título de "Artista favorito da Europa" com os candidatos de cada um dos outros 22 canais regionais da MTV na Europa.
Os cinco nomeados para a edição deste ano eram os Buraka Som Sistema, o rapper Sam The Kid, a cantora Rita Redshoes, os Vicious Five e o músico Slimmy.
Entre os artistas portugueses que já venceram edições anteriores do prémio regional da MTV contam-se os Da Weasel, Moonspell e os The Gift.
A 15/a edição dos Prémios Europeus de Música da MTV decorrerá no Echo Arena em Liverpool, este a
no Capital Europeia da Cultura.
Este ano, os Coldplay e a cantora Duffy lideram os prémios com três nomeações cada.
A cerimónia será transmitida em directo pela MTV Portugal e por todos os canais regionais da MTV espalhados pelo mundo.
Lisboa acolheu esta mesma cerimónia em 2005, juntando-se a outras cidades como Londres, Paris, Roma e Munique.
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| Procuro trabalho nas áreas de limpeza, arrumação de quarto de hoteis, empregada de cozinha de resetaurantes etc... | ||
| ana_filipe_85@iol.pt | ||
| Vamos ajudar a Ana,se tiverem novidades não hesitem em entrar em contacto.... Contacto telefónico: 918971517 Email do contacto: ana_filipe_85@iol.pt |
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| Tenho o 12ºano e trabalho em portugal na area dos Moldes Plásticos á 8 anos na mesma empresa, mas pretendo ir para fora trabalhar! Faço qualquer coisa! Tenho 26 anos, não tenho filhos. |
| Vamos ajudar o David,se ouvir falar de alguma coisa,não hesite.Nós que jà cà estamos,temos por obrigação de ajudar os nossos........... |
| Email do contacto: david_santos_82@iol.pt - 918174718 |
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| Quando: | 18.10.2008. | 18.00 h | | ||||||||||||
| Título do Evento | Festa Portuguesa com REBECA e os TRIÂNGOLO ZAP | |||||||||||||
| Onde: | Gemeinde-Saal Baar - Baar - Zug Descrição do evento: Haverá cozinha à Poertuguesa servida pela CASA DÃO LAFÕES - Menu 1 = Leitão à Bairrada - Menu 2 = Bacalhau à Casa Dão Lafões - Menu 3 = Febra com Batata Frita Entrada: CHF 25.00 Reservas: 076 547 29 38 Organização: Comissão de Pais do cantão de ZUG
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A Suécia também optou por reforçar numericamente o meio-campo, num 4x5x1 atípico, com o sacrifício posicional de Ibrahimovic, deixando Elmander isolado na frente. E assim foi. Nani desapareceu após duas ou três iniciativas, Ronaldo passeou mais do que jogou e Hugo Almeida só fez número.
Apesar do isolamento, por vezes entre quatro defesas nacionais, Elmander produziu imenso, logrando fazer quatro remates no primeiro tempo, embora sem nenhuma situação de golo flagrante. Portugal, com Meira remetido a funções exclusivamente defensivas, teve muitas dificuldades em organizar o ataque, sentindo a ausência de Deco e de Simão. Ronaldo só se fez sentir fugazmente à meia hora em dois lances com Hugo Almeida, ambos mal concretizados.
Após o intervalo, à excepção de uma jogada individual de Moutinho (51’), o jogo ainda foi mais sensaborão, muito táctico, pouco espectacular. O primeiro remate sueco nesse período, por Karlsson, só chegou aos 73’, mas pouco depois uma desatenção de Meira deixou Ibrahimovic sozinho para obrigar Quim à defesa mais difícil da noite.
Carlos Queiroz não mexeu no meio-campo nem confiou em Nuno Gomes, limitando-se a dar minutos a Quaresma, passando Ronaldo para o eixo do ataque, mas o putativo melhor do Mundo está ainda bem longe da forma e da confiança que a equipa precisaria para repousar sobre a sua capacidade de decisão.
ANÁLISE
POSITIVO: MEIRA GANHA ESPAÇO
Como a aposta de Queiroz foi não perder, o plano resultou. Portugal defendeu bem, sobretudo após a rectificação da marcação a Elmander, e pode ter ganho uma solução de futuro, o trinco Meira.
NEGATIVO: QUARESMA NÃO MUDA
Os anos passam, os seleccionadores mudam e Quaresma continua a falhar na cena internacional. E quando entra para jogar 20 ou 30 minutos, a tendência individualista ainda o ataca mais forte.
ARBITRAGEM: O MELHOR DO MUNDO
Um amarelo a Ibrahimovic, muita conversa com Ronaldo – e a certeza de que onde Rosetti está ninguém manda mais. Há um lance duvidoso com Paulo Ferreira, mas a interpretação do árbitro é correcta.
PORTUGAL: COM OUTRO RONALDO TERIA SIDO MELHOR
QUIM. Uma ou duas falhas, mas nada grave. Também uma ou duas boas defesas, nada memorável.
BOSINGWA. Só uma falha a defender, o plano deveria ter permitido ao lateral direito subir mais.
PEPE. As dificuldades apareceram mais do lado de Elmander do que de Ibrahimovic.
BRUNO ALVES. A sua forma de jogar não encaixou nos critérios da equipa de arbitragem, o que lhe valeu duas ou três faltas duvidosas.
PAULO FERREIRA. Cumpriu e fica a sensação de que aos 55’ sofreu falta para grande penalidade.
MEIRA. Auxiliar precioso para os dois centrais. Resolveu tudo à custa de jogo posicional e serenidade, sem faltas na zona frontal.
RAUL MEIRELES. Um jogo com bom ritmo e equilibrado.
NANI. Frágil. Nenhuma acção relevante, apenas disponível para cumprir as funções defensivas. Perdas de bola e incapacidade para encontrar espaço.
HUGO ALMEIDA. Terá sido útil a defender, nas bolas paradas. Mas só isso. Remate com perigo (33’).
RONALDO. O extremo do Manchester United regressou. Quer dizer, cumpriu o seu papel e não esteve pior do que a generalidade dos colegas. Mas a Selecção precisava do verdadeiro Cristiano Ronaldo. Nas alas perdeu várias vezes a bola e só perto do fim ensaiou lances de um para um. Apenas dois remates são um registo fraco.
QUARESMA. Só apareceu nos últimos minutos, depois de uma entrada que poderia ter valido vermelho e depois viu um amarelo. Má decisão (89’) após passe de Danny.
DANNY. Entrou tarde. Nani estava mal e o bom momento do ‘russo’ merecia mais minutos. Como se provou.
MOUTINHO: Portugal não teve propriamente um destaque. O sportinguista foi um 10 diferente de Deco. Mais presente a defender e a equilibrar a equipa, com menos peso no ataque. Foi de Moutinho a melhor ocasião de golo com um remate (51’) a sair perto da baliza de Isaksson.
RONALDO À LUPA
34m. Recebe um passe dentro da área. Remata por cima.
54m. Levanta a bola por cima de Nilsson e isola Paulo Ferreira.
82m. Entrega a Quaresma, recebe mais à frente, progride e coloca na área para Nani que adianta um pouco.
ESTATÍSTICA
Passes certos: 21
Passes errados: 1
Recuperações: 0
Faltas sofridas: 1
Faltas cometidas: 1
Remates: 2
Assistências: 0
Golos: 0
"CONSEGUIMOS UM BOM RESULTADO"
"A equipa fez uma boa exibição. Foi um bom resultado, embora fiquemos com a sensação de que se um dos nossos contra-ataques tivesse corrido melhor poderíamos ter ganho o jogo." Carlos Queiroz era um técnico satisfeito após o empate na Suécia e enalteceu a maior segurança da Selecção.
"A partir de determinada altura a Suécia percebeu que se nos desse espaços poderia comprometer o jogo. Fizeram um jogo mais seguro em termos físicos, enquanto nós jogámos com as nossas características", disse o seleccionador nacional.
Apesar de Portugal estar apenas no terceiro lugar do Grupo 1, Queiroz apelou à tranquilidade. "Ainda é cedo, há muitos pontos para jogar. Estamos no princípio do apuramento. A Selecção tem de chegar ainda mais longe e estamos a tentar construir uma grande equipa", afirmou o técnico, acrescentando: "Sem dúvida de que vamos estar no Mundial na África do Sul."
NOTAS
IBRAHIMOVIC: CASTIGADO
A estrela da Suécia, Zlatan Ibrahimovic, viu ontem um cartão amarelo e fica de fora do próximo desafio da fase de apuramento do Mundial 2010, contra Portugal, a 28 de Março de 2009.
BANCADA: QUATRO PORTUGUESES
Manuel Fernandes, Antunes, Yannick e Carlos Martins foram os jogadores portugueses excluídos por Carlos Queiroz para o confronto com a selecção sueca.
SELECÇÃO: RONALDO PREMIADO
Oavançado Cristiano Ronaldo e o médio Holmen foram eleitos os homens do jogo e receberam, no final da partida, uma placa alusiva ao ‘Man of the Match’, em Solna.
DINAMARCA VENCE MALTA E JÁ LIDERA
A Dinamarca não se deixou surpreender pela selecção de Malta e venceu por 3-0. A Hungria alcançou a primeira vitória da fase de qualificação frente à Albânia 2-0. Nos outros grupos, não houve surpresas. Os favoritos Alemanha, Espanha, Grécia e Inglaterra venceram os respectivos encontros e já lideram destacados os respectivos grupos. Meia surpresa foi o empate da França no terreno da Roménia e o nulo de Itália também fora, frente à Bulgária.
FICHA DO JOGO
Qualificação Mundial – 11/10/08
Estádio Rasunda (Estocolmo) – Assistência: 33 241
SUÉCIA: Isaksson, Safari, Majstorovic, Hansson, Nilsson, Larsson, Andersson, Holmen, Kallstrom, Elmander e Ibrahimovic. Seleccionador: Lars Lagerback.
PORTUGAL: Quim, Bosingwa, Pepe, Bruno Alves, Paulo Ferreira, Meira, Raul Meireles, João Moutinho, Nani (Danny, 86m), Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida (Quaresma, 65m). Seleccionador: Carlos Queiroz.
Árbitro: Roberto Rosetti (Itália)
Disciplina: amarelos: Ibrahimovic (34m), Quaresma (80m)
Classificação do jogo: 4
CLASSIFICAÇÃO DO GRUPO 1
1.º Dinamarca, 7 pontos / 3 jogos
2.º, Suécia, 5/7
3.º, PORTUGAL, 4/3
4.º, Hungria, 4/3
5.º, Albânia, 4/3
6.º, Malta, 0/3
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Marcadores:fotos selecção nacional-mundial 2010

Capital Olímpica, onde está o COI e o moderno Museu Olímpico. Não deixe de visitar os vinhedos da região e provar o vinho local. A produção de vinho na Suíça é artesanal e de qualidade e mais de 90% das garrafas são consumidas no próprio país.
www.lausanne-tourisme.ch

O escritor português Adalberto Alves foi distinguido com o prémio Sharjah 2008 para a cultura árabe, atribuído pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura).
De acordo com um comunicado da UNESCO, o prémio, também atribuído ao professor egípcio Gaber Asfour, será entregue aos dois laureados numa cerimónia a realizar na sede da UNESCO, em Paris, a 17 de Novembro.
O prémio Sharjah, no valor de 30 mil dólares (22 mil euros) para cada vencedor, foi criado em 1998 com fundos oferecidos pelo Emirado de Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos, por proposta do xeque sultão Bin Mohamed Al-Oassimi. O objectivo do prémio é distinguir personalidades, grupos ou instituições que tenham contribuído de forma significativa para o desenvolvimento, a difusão e a promoção da cultura árabe no mundo e também a preservação e revitalização deste património cultural.
Atribuído pela primeira vez em 2001, o prémio Sharjah tem distinguido sempre duas personalidades, uma do mundo árabe e outra de um país não árabe, como acontece este ano com o português Adalberto Alves.
José Adalberto Coelho Alves, 69 anos, advogado, é presidente do Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves. O seu interesse pela cultura muçulmana levou-o a estudar Língua Árabe na Universidade Nova de Lisboa, encontrando-se ligado a diversas instituições, entre as quais se pod
e destacar a Fundação da Memória Árabe, o Centro Português de Estudos Islâmicos e a Academia de Altos Estudos Ibero-Árabes.
Entre os livros de poesia, contos e ensaios que publicou incluem-se títulos dedicados ao mundo árabe: «O Meu Coração é Árabe», «Arabesco - da Música Árabe e da Música Portuguesa», «Al-Mu'tamid/ Poeta do Destino» e «Ibn'Ammâr Al-Andalusi - O drama de um poeta».
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Jorge e Domingues,são dois amigos meus,que teêm um negócio a tempo parcial, de assar leitões à Bairrada.E que devo acrescentar,o fazem muito bem.
Se mora no cantão de Fribourg,Vaud,berna ou Neuchâtel.Sinta-se com sorte,pois eles teêm o forno em Cotterd,mesmo junto ao lago de Morat.
Além de Leitão também fazem por encomenda,Cabrito Assado no forno com batatas,Coelho assado no forno,com entregas ao domicilio.
Se està interessado o melhor é mesmo telefonar para:
079 579 31 81
ou 076 482 34 14
Jorge e Domingues
Assados e Grelhados
Cotterd
1585 Salavaux
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A obra foi construída em cima de uma auto-estrada e oferece não apenas lojas, mas também um centro aquático, hotel e até asilo de idosos.
Uma construção de superlativos: durante quarenta meses 1.800 operários trabalharam para a sua finalização. Hoje o novo shopping center da capital helvética é inaugurado com grandes palavras por políticos e empresários.
"Ele nos permite viver a urbanidade do futuro já nos dias de hoje", declararam à imprensa internacional os representantes da cooperativa Migros, a empresa proprietária. "Um novo marco para a nossa cidade", reforçou Alexander Tschäppät, prefeito de Berna e que ainda associou a obra a um marco histórico da cidade: - "Um milagre de Berna", lembrando a vitória da seleção alemã em 1954.
O ambiente festivo é reforçado pelo forte cheiro de chocolate que paira no ar graças à proximidade da fábrica do Toblerone. O autor da obra, Daniel Libeskind, se mostra satisfeito. "O Westside une lazer e cultura, jovens e velhos", afirma ao jornal Der Bund. O arquiteto americano diz não acreditar que ele possa ser superado pelo tempo.
O Westside teve um custo aproximado de 500 milhões de francos (US$ 438 milhões) e se vê muito mais do que apenas um templo de consumo. "Ele é um lugar vivo do século 21. Uma cidade. Aqui as compras, o lazer, o descanso e a habitação se transformam em uma nova forma de vivência", analisa Libeskind.
Além das lojas, o espaço abriga cinemas, um gigantesco centro aquático com salas de ginástica, um hotel com espaço para conferências e reuniões e também um asilo de idosos com 95 apartamentos e 20 quartos de tratamento. Todas essas diferentes atividades estão interconectadas por escadas rolantes. O consumidor tem até a possibilidade de guardar suas compras em armários climatizados enquanto assiste a um bom filme.
Linhas em zig-zag, paredes inclinadas, colunas tortas e vitrais marcam essa obra arquitetônica. "Através de gigantescos cristais, a luz do dia chega até o segundo rés-do-chão", esclarece Rudolf Kaufmann, que trabalhou de guia no canteiro de obras até a inauguração do shopping center. "Eu vivencio essa passagem da luz todos os dias de uma forma nova, esse jogo entre luz e sombra."
A execução do projeto de Libeskind, seu primeiro shopping center, trouxe grandes desafios para os engenheiros. Um exemplo: as paredes inclinadas não permitiram a utilização de vidro normal, mas sim um material colado, mais caro, para que a parede não se curvasse.
Como Kaufmann explica à swissinfo, a complicada estrutura do Westside consumiu 10% a mais de aço do que a Torre Eiffel de Paris. "Onze mil toneladas. Você pode imaginar o que é isso?", pergunta.
O prédio foi construído exatamente sobre a auto-estrada A1, cinco quilômetros distante do centro de Berna, mas, graças ao bom sistema de transporte, pode ser alcançado em poucos minutos a partir da estação de trem da cidade. O túnel da rodovia é quase o fundamento do Westside. A cobertura em madeira de acácia-falsa faz com que a fachada se integre bem à paisagem, que mistura espaços agrícolas e áreas verdes. Para Libeskind, sua primeira obra na Suíça é também um projeto contra a deterioração dos campos.
O Westside é o primeiro shopping center com essas dimensões na Suíça a adotar o padrão ecológico da "Minergie", associação suíça cujo objetivo é a diminuição do consumo de energia em construções através de tecnologias de utilização racional e através de fontes energéticas renováveis. Isso significa que o centro irá gastar menos com aquecimento: metade da energia vem de modernos incineradores de restos de madeira sem emissão de CO2; apenas 15% do aquecimento é feito através da queima de óleo.
O novo shopping se considera o portal de entrada da capital helvética, mas sem esquecer os vizinhos francófonos (Berna está muito próximo da fronteira lingüística do país). Por isso, todas as ruas e praças do centro comercial têm nomes de personalidades dessa região. Exemplos: Ramuzstrasse, Tinguelyweg, Le-Corbusier-Platz. A praça central chama-se Gilberte-de-Courgenay, uma homenagem à famosa filha de um gastrônomo do Jura, que consolava os soldados durante o período da I Guerra Mundial.
Graças ao Westside, Berna recebe mais um marco moderno, além do Centro Paul Klee, do arquiteto Renzo Piano, o que reforça o seu caráter como parte do patrimônio cultural da humanidade pela Unesco. Seus proprietários esperam pelos menos 10 mil visitantes por dia no centro. Mas será que eles virão?
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Além de uma boa economia para alguém que está em início de carreira, significa a vitória em mais uma batalha: a da concorrência com outros candidatos. E isso não é pouca coisa.
As possibilidades para se obter uma bolsa para estudar na Suíça são diversas, mas a competição é grande, a persistência é necessária e, sobretudo é preciso ter um objetivo claro do que se quer estudar para finalmente ser contemplado com o prêmio.
Os candidatos a uma bolsa precisam normalmente provar a excelência acadêmica, por meio de um histórico escolar com boas notas, apresentar diplomas de idiomas, cartas de recomendação, de motivação e uma série de documentos exigidos durante todo o processo que dura pelo menos um ano até o embarque do estudante para a Suíça.
Possibilidades
O governo suíço oferece bolsas de estudo, de mestrado e doutorado, para brasileiros em todas as áreas, inclusive, línguas, artes e música. Os brasileiros estão em posição favorável para conseguir as bolsas ESKAS, já que existe o interesse por parte do governo suíço em reforçar a cooperação com o Brasil.
O número de bolsas para o ano que vem fica entre cinco e dez, mas não há uma quantidade mínima. "Depende um pouco dos candidatos e das áreas de estudos que eles apresentam", diz Olivier Brighenti, responsável pela Comissão federal de bolsas para estudantes estrangeiros, da Secretaria de Estado para Educação e Pesquisa do governo suíço.
"As bolsas também são destinadas a estágios de pesquisa feitos na Suíça, para doutorandos", acrescenta Brighenti. O valor da bolsa é de 1920 francos suíços, cerca de 2700 reais sou 1230 euros por mês e tem duração de nove meses. Estudantes bolsistas estão dispensados de pagar as taxas escolares da instituição de ensino na Suíça.
Portugal
Os portugueses também podem concorrer a bolsas do governo suíço, porém para países da Europa ocidental, as bolsas são concedidas em sistema de "pool", o que significa que não há um número fixo de bolsas por país. Segundo Brighenti há entre 20 e 25 bolsas para candidatos da região, no total. Não está prevista concessão de bolsas para países africanos
lusófonos.
Os candidatos interessados devem preencher o formulário de inscrição distribuído pelas representações do governo suíço (consulado ou embaixada) e entregar os documentos necessários no mesmo local. As informações sobre os prazos de inscrição, requerimentos e detalhes sobre a candidatura estão disponíveis nos sites da embaixada suíça no Brasil e no site da Secretaria de Estado para Educação e Pesquisa do governo suíço http://www.sbf.admin.ch/htm/themen/bildung/stipendien/eskas_en.html#6. (Ver lista). "É recomendável que os candidatos leiam com a atenção as condições e outras informações disponíveis antes de enviar o dossiê", afirma Brighenti.
Em busca de talentos
A excelência é um critério comum entre todas as instituições que concedem bolsas de estudos a cada ano. Apesar da concorrência acirrada o número de interessados em financiar um período de aperfeiçoamento fora do país tem crescido, segundo os dados da Fundação Estudar, e que nos últimos 17 anos investiu 5,6milhões de dólares em aperfeiçoamento de carreiras. Este ano foram selecionados 38 candidatos, entre seis mil inscritos. Em 2007 a procura foi de 1500 candidatos.
A instituição, sediada no Brasil, financia programas de graduação e pós-graduação no Brasil e no exterior, além de intercâmbios. São cobertos de 5 a 95% das despesas solicitadas pelo bolsista, segundo Thais Junqueira, diretora-executiva da Fundação Estudar. A seleção ocorre todos os anos e não há um número fixo de bolsas.
As áreas privilegiadas pela instituição são Administração, Economia, Engenharia e Ciências Exatas, Relações Internacionais e Políticas Públicas. Além disso, o candidato pode escolher o país onde quer estudar. Para Thais Junqueira, o perfil ideal do bolsista inclui características como ética, espírito de liderança e natureza empreendedora, pró-atividade, criatividade e capacidade de enxergar e aproveitar oportunidades, além da excelência acadêmica.
Um brasileiro no IMD
O brasileiro Marcelo Parodi foi um dos contemplados com uma bolsa da Fundação Estudar para um MBA (Master in Business Administration) no concorrido International Institute for Management and Development (IMD), em Lausanne, na Suíça, há pouco mais de dez anos. O IMD ocupa o primeiro lugar no ranking de escolas que oferecem cursos do gênero, da revista "The Economist", publicado este ano.
"A bolsa literalmente mudou minha vida", diz Parodi. "O MBA adiciona inúmeras perspectivas a sua forma de enxergar o mundo, e possibilita o contato com as empresas e mercados diferentes, até então desconhecidos", completa. Ele afirma ter mudado os rumos da carreira em decorrência do MBA. Antes do período de estudo no IMD ele trabalhava na mineradora sul-africana Anglo American, como assessor do diretor-executivo para atividades do grupo na América do Sul. De volta ao Brasil começou a trabalhar no setor de energia, primeiro na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), depois na Enron, até abrir a própria empresa. "Hoje sou sócio e diretor-executivo da Comerc Energia, maior comercializadora independente de energia elétrica do Brasil", conta Parodi que também é diretor da Fundação Estudar.
As inscrições para obtenção de uma bolsa da Fundação Estudar começam em janeiro de cada ano e podem ser feitas pela Internet (www.estudar.org.br). O processo seletivo tem sete fases entre pré-seleção e entrevistas com a equipe da fundação, ex-bolsistas e conselheiros. "A Fundação aceita inscrições de estudantes que já estejam matriculados ou em processo de aceitação em instituições de primeira linha", explica Thais Junqueira, diretora executiva da Estudar.
Representações em vários países
A Fundação Rotary, com representantes em diversas partes do mundo, inclusive Brasil, Portugal e Angola, também oferece, entre outros programas, o de bolsas educacionais. Elas têm a duração de um ano letivo e o valor doado ao estudante é destinado ao pagamento das taxas escolares e despesas básicas como moradia e alimentação.
No processo de seleção o Rotary leva em conta o envolvimento do candidato com o tema que pretende estudar. "Ele deve ter destaque na sua atuação pessoal e profissional e predisposição de difundir os ensinamentos, preferencialmente dando aulas universitárias", diz o advogado brasileiro, Marcos Buim, presidente da Comissão Distrital de Bolsas Educacionais e em Prol da Paz Mundial da Fundação Rotária. "Também é desejável que tenha espírito voluntário, para dar seqüência na doutrina rotária", completa. Segundo Buim, as áreas de estudo privilegiadas geralmente são ligadas aos aspectos humanitários, como paz mundial, combate ao analfabetismo (em todos os níveis), aperfeiçoamento de métodos voltados à saúde pública, combate à seca, desnutrição, entre outros temas.
O Rotary exige também a participação ativa do estudante na comunidade que o recebe. "Espera-se que o bolsista contemplado atualize-se sobre a cultura do país onde irá estudar", diz Marcos Buim. "Assim como municie-se de informações sobre nosso país, suficientes para representar nosso povo quando indagado sobre seu país de origem", acrescenta.
Inscrições
O candidato a uma bolsa educacional pode escolher o país onde realizará o programa de estudos, que pode ser inclusive a Suíça. Para fazer a inscrição o candidato deve procurar, na região onde vive, um Rotary club. Para descobrir qual o clube da região é preciso consultar o site http://www.rotary.org, que apresenta informações úteis aos interessados na obtenção dos vários tipos de bolsas da instituição e suas atividades, em geral.
O contato com algum membro do clube, que costuma fazer reuniões semanais, é importante porque a indicação do candidato é feita por esse grupo de pessoas. São eles também que informam sobre a disponibilidade de bolsas, os prazos de inscrição, distribuem os formulários necessários e informam sobre as etapas seguintes e entrevistas. Antes do embarque, o bolsista freqüenta também seminários preparatórios sobre como deve proceder no país onde vai estudar.
Idiomas
Os processos de candidatura para bolsas, em geral, são longos e complexos, porém é importante lembrar que de nada vale tanta preparação se o candidato não tiver bom conhecimento do idioma de estudo. Certificados e diplomas que comprovam o nível de conhecimento podem ajudar no processo de seleção. Felizmente, para estudar na Suíça é possível escolher entre instituições de ensino que ministrem cursos em alemão, francês, italiano. Algumas delas também oferecem programas em inglês apesar de não ser um idioma oficial suíço.
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