Portugal na Suiça: 10_08
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Cafe-Bar La Movida


Nordstrasse 11,
7310, Bad Ragaz/SG,
GR,
CH
Telefone: 081 302 44 04
E-mail: lamovida@hotmail.com


Baden-Aagau-Procura-se Emprego


Se reside em Baden-Aargau ,e tiver conhecimento de ofertas de Emprego para fàbricas ou limpezas.Entre em contacto connosco,através dos comentàrios do Blog.
Uma mulher com Permis B ,anda hà procura de Emprego ,se ouviu falar de alguma coisa ou tiver conhecimento,não hesite contacte-nos.
Pois todos os que viemos de Portugal para a Suiça,foi atràs de uma vida melhor,e ajudar o próximo e sem duvida um grande passo.


Zermatt


Um dos resorts mais famosos da Suíça. Além da vista privilegiada do Matterhorn, esportes como caminhada, rafting ou mesmo ski são possíveis durante o verão. Para quem prefere relaxar, a sugestão são os spas dos hotéis estrelados da vila.
www.zermatt.ch


O povo suíço irá votar sobre a nova recolha de dados biométricos nos passaportes


Os suíços irão se pronunciar sobre os novos passaportes biométricos e bilhetes de identidade a 17 de Maio. Enquanto aguarda o resultado do escrutínio, continuam os trabalhos tendo em vista a introdução desses documentos.

A transição para recolha de dados biométricos nos passaportes esta realmente em curso no mundo, é justificado pelo governo. A lei,a que será submetido à votação permite que lhe garanta a liberdade para viajar a partir da Suíça, segundo ele.

O colégio eleitoral deve se pronunciar sobre a questão porque um referendo equipado com quase 64 MIL assinaturas que resultou no início de Outubro. A recolha é conduzida por um heterogênio da coligação variando de extrema esquerda para a direita dura.

Os opositores consideram exageradas as práticas exigidas para o estabelecimento dos documentos de identidade. Salientam ainda mais, há vários argumentos ideológicos, a começar pelo temor de um reforço do controlo estatal do cidadão e a recusa de Fletir com as exigências dos Estados Unidos e a União Europeia.

"E com o tempo não é possível estimar o potencial impacto que isso teria na viagem para os Estados Unidos". As autoridades americanas exigem que os passaportes emitidos após 25 de Outubro 2006 venham a incluir os dados biométricos na ausência do que os licenciados devem solicitar um visto.


“É espectacular”


Distinção: 50 mil jogadores elegem Ronaldo o melhor do ano

"Ser reconhecido com os votos de mais de 50 mil jogadores de futebol do Mundo inteiro é espectactular." Foi desta forma que Cristiano Ronaldo reagiu quando soube que a FIFPro, Associação Internacional de Futebolistas Profissionais, lhe atribuiu o prémio de Melhor Jogador do Ano.

Foi a primeira vez que o galardão não teve como destinatário um jogador brasileiro. No ano passado o escolhido foi Kaká e, nas duas primeiras edições, o prémio foi parar às mãos de Ronaldinho Gaúcho.

O internacional português agradeceu aos "colegas e a todas as pessoas envolvidas no Manchester United e na Selecção Nacional" pelo apoio prestado nos últimos tempos, tal como à "família e amigos".

As reacções à distinção não tardaram. Gilberto Madaíl diz que o prémio "é justíssimo". E fez um voto: "Esperemos queele possa agora receber a ‘Bola de Ouro’ e o título de ‘Melhor Jogador do Mundo FIFA.’"

Rui Caçador, seleccionador nacional de sub-21, diz mesmo que o prémio pode "ser um ponto de partida para os outros dois" e Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato do jogadores, fala de um "justo reconhecimento".


Escritorio de Negocios e Turismo ICEP Portugal



Zeltweg 15,
8032, Zürich/ZH,
Telefone: 043 268 87 68


Miss Mundo-Eleições


Andreia Rodrigues: “Quero um bom resultado”

A duas semanas de partir para a África do Sul, onde vai disputar o título de Miss Mundo, Andreia Rodrigues já sente um nervoso miudinho. A responsabilidade de representar Portugal não lhe sai da cabeça e, para que tudo corra bem, a modelo intensificou os preparativos para estar na melhor forma possível. Agora, as idas ao ginásio são ainda mais frequentes e as visitas à clínica de estética também. "Mudei o programa de treino e intensifiquei alguns tratamentos de estética", confidenciou a ex-apresentadora, que vai passar um mês na África do Sul.



Durante a sua estadia no continente africano, Andreia vai participar em acções de solidariedade e estará sujeita a inúmeras provas, onde espera marcar a diferença com a sua atitude. "Estive a ver fotografias das candidatas, mas não estou preocupada com o facto de serem mais ou menos bonitas do que eu. Voutentar marcar diferença pela atitude", conta a modelo que, apesar de não estar à espera de ser coroada a mais bela do Mundo, vai lutar por um bom resultado. "Estou a representar o meu País e, por isso, quero conseguir um bom resultado".

UM MÊS SEM O NAMORADO

Apesar de estar bastante entusiasmada por participar no concurso Miss Mundo, Andreia Rodrigues não esconde a tristeza pelo facto de estar longe do namorado. "Nunca estivemos tanto tempo separados e é claro que vai custar um bocadinho", lamenta a manequim da L’ Agence que, ainda assim, espera contar com o apoio do namorado no dia da grande final - 13 de Dezembro. "Ele ainda não sabe se pode ir, mas para mim era muito importante que lá estivesse", diz esperançosa.




José Rodrigues dos Santos-O Escritor


Cinco livros (o sexto foi agora publicado). 2621 páginas (mais as 611 do último). 640 mil exemplares vendidos. Ele é um dos autores de maior sucesso em Portugal. Tem as orelhas grandes. Já adivinhou quem é?

Só em Portugal já vendeu mais de 640 mil livros. Sempre livros ‘gordos’. O mais recente, ‘A Vida num Sopro’, não foge ao cânone – tem 611 páginas. Mas, desta vez, José Rodrigues dos Santos deu descanso a ‘Tomás de Noronha’, antes chamado a resolver os mistérios da origem de Cristóvão Colombo e da existência de Deus, sem esquecer a crise energética, em ‘O Codex 632’, ‘A Fórmula de Deus’ e ‘O Sétimo Selo’, respectivamente. 'Não pode andar sempre metido em aventuras, isso até faz mal à saúde', explica o escritor e jornalista que, em ‘A Vida num Sopro’, mergulha no século XX português. 'Acho importante não me tornar previsível. Gosto de surpreender os meus leitores.' Surpreendê-los pelo tema, porque a fórmula literária é a mesma: uma boa história e escrita simples.

Tal como ‘AFilha doCapitão’, prévio à trilogia protagonizada por ‘Tomás de Noronha’, ‘A Vida num Sopro’ tem pontos de contacto com a história familiar de José Rodrigues dos Santos – ‘Amélia’ e ‘Luís’ são inspirados nos avós maternos, que também se conheceram no liceu de Bragança. O que a mãe e a tia Rosalina do escritor lhe foram contando acerca deles permitiu-lhe desenvolver as personagens. 'Procurei reinventar a história da minha família para mostrar o que era viver em Portugal na década de 30.'

Em ‘A Filha doCapitão’, o pano de fundo histórico foi a participação portuguesa na IGuerra Mundial. Em ‘A Vida num Sopro’ são os primeiros anos do Estado Novo. Polémica à vista, pois José Rodrigues dos Santos quis, assumidamente, 'olhar o salazarismo para além das ideias feitas'. Oque, a páginas tantas, ‘Fernando’, companheiro de estudos de ‘Luís’, faz é a apologia da limpeza da casa nacional após a rebaldaria que significara a I República.

Tem a palavra o autor:'A História é escrita pelos vencedores, que tendem a demonizar os vencidos. O Estado Novo é consequentemente demonizado no discurso ideológico que se seguiu à Revolução de Abril. Mas há um facto que é incontestável, embora seja muitas vezes ocultado:na década de 30, quando apareceu, Salazar era de facto uma figura muito popular.' Não se pense, contudo, que esta tentativa de compreender a popularidade do ditador impede Rodrigues dos Santos de fazer com que ‘Luís’ – nem de longe militante comunista – experimente os calabouços da então ainda PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado). A vida é mais complexa do que isso. E os livros também.

'Dorme, mãe Pátria, nula e postergada.' É um verso de Fernando Pessoa importante no decurso e, especialmente, no final da narrativa de 'A Vida num Sopro'. José Rodrigues dos Santos viveu sob o Estado Novo, mas era muito jovem para entender o que se passava à volta, para se aperceber do adormecimento. Nasceu na Beira, em Moçambique, no dia 1 de Abril de 1964. Opai era o director do hospital de Tete.

Depois do 25 de Abril, Rodrigues dos Santos viveu em casa de uma tia, em Benfica. Tempos difíceis. Primeiro vieram ele e o irmão. Depois a mãe. Mais tarde o pai, que tinha a família em Penafiel. Pai e filho moraram lá antes de rumarem a Macau, onde José, com 15 anos, se iniciou no jornalismo.

José Rodrigues dos Santos não conhece o tão famoso ‘bloqueio de escritor’. Já está a escrever um novo livro. O tema 'a seu tempo se saberá'. Mas uma coisa é certa: 'A História de Portugal é riquíssima, tem terreno fértil para boa ficção. Uma vez um inglês disse-me que os portugueses têm uma História fantástica, o problema é que não a sabem vender. Por que não usar a ficção para reconstituir as extraordinárias histórias que estão para contar?'

No que lhe respeita, já provou que é capaz de vender livros:45 mil exemplares de ‘A Ilha das Trevas’, com narrativa situada em Timor ocupado pela Indonésia, 100 mil de ‘A Filha doCapitão’, 150 mil de ‘A Fórmula de Deus’, 160 mil de ‘O Codex 632’, outros 160 mil de ‘O Sétimo Selo’. Oúltimo, apresentado quinta-feira, tem uma primeira tiragem de 50 mil exemplares.

Não há casamento obrigatório entre quantidade e qualidade. Mas o divórcio também não é fatal como o destino. 'Há bons livros que vendem muito, há bons livros que vendem pouco, há maus livros que vendem pouco e há maus livros que vendem muito.' Assim cobertas as possibilidades, cruzadas todas as variáveis, fica a pergunta:'Oque é um bom livro?' Para José Rodrigues dos Santos 'é aquele que está bem escrito e conta uma boa história. Se o romance está bem escrito mas a história não presta, o romance não é bom. Se a história é muito boa mas o romance está mal escrito também não é bom.' Pelo visto, ou melhor, lido, os portugueses consideram que os romances dele estão bem escritos. E têm boas histórias.

TEMPO PARA TUDO

José Rodrigues dos Santos começou a escrever ‘A Vida num Sopro’ em 2005, semanas antes de lançar ‘OCodex 632’. A ideia para ‘A Fórmula de Deus’ levou-o a interromper o processo. Seguiu-se ‘OSétimo Selo’. Pretendendo, por um lado, dar uma pausa a ‘Tomás de Noronha’, por outro surpreender os leitores, retomou ‘A Vida num Sopro’, que agora dá a conhecer. É com esta caneta e neste bloco que assenta as ideias para os seus livros. O relógio precisa dele para controlar o tempo.José Rodrigues dos Santos levanta-se cedo para escrever. Depois vai para a RTPou dar aulas. É preciso disciplina para equilibrar tudo, sem esquecer a atenção que as duas filhas requerem.

MUNDO LITERÁRIO

De um lado Somerset Maugham, V. S. Naipaul, prémio Nobel da Literatura em 2001, e Eça de Queiroz. Do outro John Grisham e Stephen King. São as referências literárias de José Rodrigues dos Santos. Uns e outros "contam boas histórias com recurso a um texto simples e elegante". Para Rodrigues dos Santos, as palavras estão ao serviço da história e não ao contrário. Dos livros que escreve espera que sejam "fáceis de ler, que haja sempre algo a acontecer e que os leitores aprendam alguma coisa com eles"

SALAZAR

"Na década de 30, Salazar era, de facto, uma figura popular. E a pergunta que se coloca é:se ele era assim tão mau, por que razão os portugueses gostavam dele?‘A Vida num Sopro’ foi à procura de respostas."

‘TOMÁS DE NORONHA’

"Anda na sua vidinha e faz ele bem! Não pode andar sempre metido em aventuras." Perito em criptanálise, ‘Tomás de Noronha’ protagoniza ‘O Codex 632’, ‘OSétimo Selo’ e ‘A Fórmula de Deus’.

OS AVÓS

"As personagens de ‘A Vida num Sopro’ são os meus avós. Os meus avós maternos, Luís e Amélia, conheceram-se no liceu de Bragança. Os paternos eram de Penafiel. Introduzi a premissa ficcional: e se os meus avós maternos se tivessem cruzado com os paternos?"

ÁFrica

"Eu vivi sob o Estado Novo, em Moçambique, mas era muito novo para ter um entendimento do que se passava à minha volta. ARevolução de 1974 ocorreu quando eu tinha 10 anos."

O CÃO NILO

"Existiu mesmo. Diz a minha mãe que foi o cão mais inteligente que alguma vez conheceu. Era tão esperto que ia sozinho às compras. O Nilo merecia estar neste romance [‘A Vida. num Sopro’...]"

MESTRES

"Admiro a simplicidade de escrita de Somerset Maugham, V. S. Naipaul e Eça de Queiroz e, num pólo totalmente diferente, de John Grisham e Stephen King. Todos eles contam boas histórias com recurso a um texto simples e elegante."

MACAU

"Macau é uma hipótese [de inspiração para um novo livro]. Como dizem os americanos, o céu é o limite." Aos 15 anos, Rodrigues dos Santos foi para Macau com o pai.

BEST-SELLERS

"Claro que um best--seller pode ser um bom livro. Um bom romance é aquele que está bem escrito e conta uma boa história. Do meu ponto de vista, bem escrito não significa recurso a uma escrita difícil."

AMORES

"O que seria um livro a relatar um amor feliz para sempre?Um bocejo!Um amor desencontrado é muito mais interessante. Acontecem imensas coisas, há muitos conflitos, traições."

CINEMA

"Se as condições forem certas, gostaria de ver ‘A Vida num Sopro’ adaptado ao cinema ou à televisão." Leonel Vieira vai adaptar ‘A Ilha das Trevas". Por outro lado, Rodrigues dos Santos gostava que Tom Hanks fosse ‘Tomás de Noronha’.



Centro Cultural e Recreativo Português de Luzern


Tribschenstrasse 51,
6005, Luzern,
LU


Montreux


Sede do Festival de Jazz mais famoso da Europa que acontece todo mês de julho, a cidade tem um clima pitoresco, perfeito para passeios de barco e a pé pela margem do lago Léman. Não deixe de visitar o Castelo de Chillon.
www.montreux.ch



Suíço produz azeite biológico em Portugal


No coração do Alentejo, em Portugal, o suíço Andreas Bernhard produz um azeite de oliva que é prensado junto com frutas. Após um começo caótico, a produção do "Risca Grande" se tornou um sucesso. Uma história de paixão.

A terra ferve ainda sob o sol de um outono ardente. A perder de vista, as oliveiras resplandecem um verde prateado característico das suas folhagens, que abrigam as preciosas pepitas verdes ou negras dos seus frutos.

No Alentejo, província do sul de Portugal, a cultura da oliva é uma história ancestral que liga essa região de um país atlântico ao Mediterrâneo. É em Serpa, poucos metros distante da fronteira com a Espanha, que se encontra a quinta Risca Grande, assim denominada pelo fato de se tratar de uma larga faixa de terra fértil que separa terrenos mais pedregosos.

Destino nas olivas

É esse "meio de lugar nenhum" que chamou a atenção de Andreas Bernhard. O zuriquense de origem conhece Portugal desde a sua infância. Há quinze anos, ele se instalou na região do Algarve, com a sua família. Porém, sob pressão de um turismo invasor, a família de Bernhard começou a sentir falta de ar.

Saudoso de espaço e natureza, Andreas Bernhard procura e encontra seu destino: serão as oliveiras. "Minha esposa e eu procuramos uma atividade que nos permitisse continuar vivendo em Portugal. Descobri o azeite de oliva graças a reportagens na televisão. Logo compreendi que havia um potencial no país para relançar essa atividade."

Então, "quando encontrei a quinta Risca Grande, não hesitei", revela Bernhard. Ele é tímido, pouco eloqüente, a não ser quando fala do trabalho e das suas plantações. Na sua chegada, em 2001, não havia nada em Risca Grande a não ser as oliveiras.

Uma pequena propriedade

Hoje ele possui um terreno de 92 hectares. Os olhos claros de Andreas Bernhard franzem de divertimento. "Isso não é nada, meu vizinho mais próximo, um português, possui 900 hectares. Um pouco mais distante, um espanhol comprou 12 mil hectares. Eu sou apenas um pequeno proprietário".

Apesar disso, vê-se oliveiras cobrindo todo o horizonte. E sobre esse espaço foi necessário construir a casa, trazer água encanada, eletricidade e cuidar das árvores que já estavam abandonadas há muito tempo. Depois, o suíço, com seu entusiasmo de precursor, instalou uma prensa de olivas e logo começou a encher suas primeiras garrafas de azeite de oliva, tão artesanal quanto saboroso.

Também de forma rápida surgiram os problemas. A máquina burocrática funciona também muito bem nessa região: era impossível fazer azeite de oliva nessas condições. Os organismos de controle de Évora, a capital administrativa da região, eram formais: era necessário aplicar regras estritas no que diz respeito às dimensões da prensa e da higiene.

Laboratórios

Bruxelas passou por lá e, como para muitos produtos alimentícios de tradição, as propriedades agrícolas se transformam em laboratório. Andreas Bernhard insiste, batalha, resiste, perde, planta e cresce.

"Hoje em dia estamos na quarta geração de máquinas de trabalho. É necessário investir sem cessar para garantir a competitividade. Países como a Austrália, África do Sul ou o Chile também começaram a produzir azeite de oliva e se posicionam no mercado de forma agressiva", revela o zuriquense. A marca Risca Grande foi registrada em 2006.

Andreas Bernhard gosta de mostrar aos visitantes a sua prensa, as esteiras rolantes que levam as olivas frescas até a prensa supermoderna, onde os tubos de PVC foram inclusive substituídos por aço inoxidável. "As regras para produtos biológicos são muito exigentes e estão em evolução constante. É necessário dizer que a demanda aumenta sem parar."

Andreas Bernhard é denominado o "suíço louco" por outros produtores da região.
Andreas Bernhard é denominado o "suíço louco" por outros produtores da região.

Como na vinicultura

"Os produtos biológicos se vendem muito bem", explica o suíço. A marca conseguiu um contrato exclusivo com a rede helvética de supermercados Coop. As pequenas garrafas do seu azeite de oliva são colocadas nas prateleiras de produtos gourmet. Elas também são vendidas na Alemanha e na França.

Um detalhe: Andreas Bernhard também soube diversificar seu produto ao introduzir aromas de limão, laranjas e tangerinas, que são trituradas juntamente com as olivas. Os aromas cítricos penetram no óleo exatamente da mesma maneira como ocorre com o vinho nos tonéis de carvalho.

Inclusive, as comparações com a viticultura são freqüentes quando o assunto é o azeite de oliva. Andreas Bernhard chegou mesmo a participar de um curso de degustação em um laboratório...de enologia.

Um suíço um pouco maluco

O proprietário do Risca Grande sabe que seus vizinhos o chamam de "o suíço louco", mas Bernhard não se incomoda.

"É verdade que os espanhóis estejam comprando centenas de hectares de terra para plantar oliveiras, pois no seu país já não há mais água para realizar uma cultura intensiva. Mas eu fiz a escolha de ter uma produção mais reduzida, com certificado de origem português e respeitando critérios biológicos e com muita qualidade. Remo contra a corrente, mas é o que gosto de fazer", defende-se.

Ele convenceu um proprietário português a passar também para a agricultura biológica. Cem hectares de oliveiras irão aumentar a produção do Risca Grande. As novas plantações de oliveiras estão ladeadas de árvores frutíferas para garantir sua origem biológica. Andreas Bernhard conhece o preço da originalidade e, sem ajuda da sua família, não seria possível ter sucesso no ramo.

A colheita de novembro

Hoje sua fazenda representa um investimento de três milhões de euros. Sua esposa e seus dois filhos também trabalham na propriedade.

"Será necessário rever com a burocracia para modificar o status do Risca Grande", suspira Andreas Bernhard. Mas sua verdadeira preocupação é a próxima colheita que se anuncia, nos primeiros dias de novembro.



Carnes Oliveira


Carnes Oliveira,Boucherie-Charcuterie-Talho e Charcutaria.
Numa breve descrição,vou lhes fazer uma apresentação do Carnes Oliveira.Este espaço comercial situado na localidade de Cousset,aposta num serviço de qualidade e muito personalizado,tendo ao dispor de todos os seus clientes uma vasta oferta de carnes frescas,de origem Suiça,tal como uma vasta oferta de enchidos tradicionais portugueses,produzidos com carne da mais alta qualidade.
Com um atendimento ao balcão personalizado,Carnes Oliveira oferece-lhe o serviço de entrega ao domicilio,fornecendo restaurantes ,cantinas,centros,mais abixo podem encontrar os contactos de carnes Oliveira,que estão na Suiça para lhe ajudar a matar a saudade de Portugal,e nada melhor que encher a barriga com produtos tradicionais do nosso Portugal.
Tendo ainda hà sua disposição uma grande variedade de produtos de mercearia e congelandos,provenientes de Portugal,tais como Bacalhau,peixe congelado,vinhos e muitas outras coisas ,a um preço muito competitivo.
O melhor mesmo é visitar e experimentar,da minha parte este estabelecimento recebe nota 10.
para contactos:
telefone:026 660 13 39
móvel:079 359 85 34
carnesoliveira@bluewin.ch
www.carnesoliveira.ch

endereço: Cousset Centre
1774 Cousset
Fribourg
Tem um estabelecimento aberto?Vai organizar uma festa ou casamento?Prefere qualidade?
Então Carnes Oliveira é a sua solução.


Estados Unidos: António Chainho dá recital em Washington


O aclamado guitarrista António Chaínho vai dar um recital dia 21 deste mês, no Jack Morton Auditorium, em Washington, no âmbito do II Ibero American Guitar Festival, em que participam, entre outros, Alirio Diaz, Sharon Isbin, ou Luz Maria Bobadilla.
António Chaínho acredita no "furor" que a guitarra portuguesa fará no Festival "por a sua sonoridade ser muito diferente do habitual e prender muito as audiências estrangeiras". O guitarrista confessa-se "habituado aos palcos do mundo": só o ano passado pisou cerca de meia centena "de Marrocos a Taiwan, passando por Espanha, África do Sul, Tailândia, Sérvia, entre outros, além de actuar regularmente em Portugal". Com uma carreira de mais de 40 anos, Chaínho é actualmente o mais internacional guitarrista português.
Este ano, a revista inglesa Songlines na edição celebrativa do seu cinquentenário, considerou o guitarrista português entre os cinquenta melhores músicos do mundo.
Em Washington António Chaínho será acompanhado à viola por Tiago Oliveira que já actuou no grupo Pólo Norte.
Natural de Santiago do Cacém (Alentejo), António Chaínho começou a tocar guitarra portuguesa em casas de fado do Bairro Alto, em Lisboa, acompanhando, ao vivo ou em disco, vários nomes do fado, nomeadamente Carlos do Carmo.
Integrou, no início de carreira, o conjunto de guitarras de Jorge Fontes no qual tocou durante dois anos.
Actualmente tem estabelecido parcerias com vozes femininas, designadamente Marta Dias, Isabel Noronha e Carminho.


Convento de St. Gallen


Os arredores da abadia e sua magnífica catedral barroca são um sítio histórico ímpar. O interior da famosa biblioteca colegiada é geralmente considerado o mais bonito exemplo de arte profana rococó na Suíça. Ela contém 150.000 livros e 2.000 manuscritos originais da Idade Média, assim como uma autêntica múmia de 2.700 anos.

Mais informações :
Tel.: +41 71 227 37 37
E-Mail: info@st.gallen-bodensee.ch
Site: http://www.st.gallen-bodensee.ch/ www.st.gallen-bodensee.ch e http://www.stiftsbibliothek.ch/ www.stiftsbibliothek.ch


Café de La Pussaz


Rte de la Pussaz,
1510, Moudon,
VD,
CH
Telefone: 021 905 60 61


Aprender Português





Tipo Part-time




Data 15-Oct-2008

Location Rotkreuz/Risch




Informação da Empresa

Rotkreuz,
Website: http://www.portugiesischkurs.net

Descrição do emprego

Olá,

quero aprender português. Por isso estou a procura de alguem que pode ensinar me. Vivo em Rotkreuz (Kanton Zug).

Se seja interessado escreve um mensagem: rz@razfazz.at

Até breve,

Roland


Qualificações nenhumas apesar de falar português

Compensações 15 CHF por hora








Roland Zoder
Email do contacto: rz@razfazz.at




Cidade antiga de Berna


A capital da Suíça tem muitos charmes. A cidade antiga é emoldurada pelo rio Aare e oferece panorama espetacular dos Alpes. Com seus 6km de construções em calcário e arcadas medievais, suas fontes renascentistas com figuras coloridas e sua linda catedral cercada por telhados pitorescos, Berna, fundada em 1191, é uma verdadeira jóia da arquitetura medieval na Europa.


CCP: Apoio às comunidades, ensino e consulados na agenda do Plenário

Quase seis meses depois das eleições, o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, vai acolher de hoje a uma semana, a primeira reunião do novo Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP). A decorrer de 15 a 17 deste mês, a reunião de Plenário do CCP marca o início de funções dos conselheiros e ainda a escolha dos membros que vão compor o Conselho Permanente do CCP, formado, no máximo, por onze conselheiros.
Ensino da língua portuguesa, serviços consulares, papel do CCP, importância das comunidades e do meio associativo, trabalho precário e reformas: estes foram problemas em comum indicados por conselheiros de vários países. Além destes, alertaram para outras questões, de carácter local, que afligem os portugueses residentes num pais específico.
São problemas que estes membros do novo Conselho das Comunidades Portuguesas vão levantar e para os quais pretendem encontrar uma solução, a partir do dia 15 deste mês…

ENSINO
O ensino da língua e cultura portuguesas foi a questão que a maioria dos conselheiros referiu ser um problema que pretendem debater no âmbito do CCP.
Amadeu Batel, da Suiça, defende que a conservação da língua, cultura e identidade portuguesas “depende tão só da vontade de Portugal definir estratégias, princípios e objectivos que unam os portugueses dentro e fora de Portugal”.
O conselheiro disse ainda “tudo fazer” para que num Plano de Desenvolvimento Estratégico da Língua e Cultura portuguesas no estrangeiro, “a Suécia seja incluída na rede de ensino”.
Um maior apoio ao ensino da língua portuguesa foi pedido igualmente por Silvério Silva e por José Eduardo.
O primeiro, eleito pela África do Sul, dá como exemplo o Campeonato do Mundo de Futebol (que vai decorrer naquele país em 2010) para o qual “muitas pessoas de várias nacionalidades procuram professores para os ensinar a falar português”.
Mas Silvério Silva sublinha que o problema principal prende-se com o facto dos actuais professores serem “poucos para as crianças luso descendentes que querem aprender o português” e queixa-se que “as horas que lhe são administradas semanalmente são pouquíssimas”.
Já José Eduardo quer o “reforço do direito” dos filhos dos portugueses ao ensino da língua e cultura e o “cumprimento pelo Estado Português do art. 74º da Constituição da República que garante esse direito das comunidades”. O conselheiro diz ainda que não tem dúvidas “em afirmar que este é o problema que mais afecta” a comunidade portuguesa na Alemanha.
No Luxemburgo, de acordo com Eduardo Dias, a estratégia de desenvolvimento do ensino da língua portuguesa deve ser feito em duas vertentes: mais professores - “há a necessidade de um aumento, porque tem havido mais pedidos para professores”, explica - e um melhor entendimento entre os governos português e luxemburguês.
“O entendimento tem que deixar de estar só nas palavras, a nível do diálogo é «super», a convergência é do melhor que há, mas na prática os alunos portugueses são, de todas as comunidades, aqueles que menos transpõem o sistema do ensino primário para entrarem no liceu. Os portugueses são enviados maioritariamente para as formações profissionais”, destaca.
O abandono dos cursos de língua portuguesa é também levantado por Manuel Beja. O conselheiro pela Suíça defende que o modelo de planificação do ensino da língua portuguesa naquele país deve ser revisto.
“Urge compreender e encontrar as soluções apropriadas para combater a tendência para a deserção de milhares de crianças dos cursos de língua materna”, alerta, para sublinhar que esse abandono não deve ser imputado a um alegado “desleixo de alguns pais em relação à escola portuguesa”nem a uma “sobrecarga dos horários do sistema escolar suíço” ou ainda ao facto da criança não se sentir motivada para aprendizagem do português.
Para Manuel Beja, a experiência tem mostrado que existem “alguns problemas crónicos que continuam por resolver”, e qaue obrigam à “revisão das políticas de ensino da língua para as comunidades residentes no estrangeiro e a sua coordenação local”.
“Se queremos que os nossos filhos e netos se interessem pela língua portuguesa devemos encontrar formas de despertar esse interesse, aplicando orientações e métodos mais eficientes”, alerta ainda, referindo que, particularmente na Suíça será necessário propor a vários níveis “a realização de uma conferência para análise dos problemas actuais e a elaboração de uma estratégia adequada procurando dar novo folgo ao ensino da língua”.

CONSULADOS
O universo consular foi um tema comum a grande parte dos conselheiros contactados por «O Emigrante/Mundo Português», que destacaram a burocracia, o atendimento ao público e o número de consulados como as questões mais preocupantes.
Apesar de afirmar que com a abertura de consulados honorários, “há mais atenção, e Valência está a trabalhar melhor”, Manuel Pereira, conselheiro pela Venezuela, aponta a falta de funcionários consulares como uma dos problemas da comunidade portuguesa. “Necessidades há muitas e vamos discuti-las no próximo Plenário”.
A “burocracia consular” foi o problema apontado por São Belo. “Deveria haver menos burocracia, quando o emigrante se inscreve-se no consulado, deveria automaticamente ficar logo recenseado, como em todos os outros países da Europa incluindo a Suiça. Não é também porque uma pessoa não necessitou do consulado durante uns anos que o seu nome tem de desaparecer dos ficheiros”.
A conselheira pela Suíça refere ainda o atendimento para dizer que “seria bom que de uma vez por todas quando o utente se dirige aos consulados, o atendimento ao público fosse melhor, porque ainda há um grande abismo entre alguns trabalhadores consulares e os utentes”.
“Todos os dias ouvimos compatriotas a queixarem-se”, afirma.
Elmano Costa, conselheiro da costa Oeste dos Estados Unidos aponta o facto de haver apenas um consulado para o atendimento a toda aquela região do país, enquanto “há 5 ou 6 (consulados) na costa Leste”, compara.
“Somos mais de 360 mil luso-americanos na Califórnia, um estado maior que qualquer país da União Europeia, e só temos um consulado”, queixa-se o conselheiro que diz ainda que o edifício é “completamente inadequado para o serviço que precisa prestar”, queixa-se.
Elmano Costa explica há utentes “que têm que fazer viagens de avião só para ter acesso a serviços consulares”, ou ainda deslocarem-se de carro em viagens “de 5, 6, 7, ou 8 horas para cada lado”, um problema que no seu entender pode ser minimizado sem que seja necessária a abertura de novos consulados gerais.
O membro do CCP defende a deslocação de funcionários do consulado “às zonas de concentração para prestar estes serviços” ou a criação de consulados honorários. “Já há anos que andamos a fazer este pedido e nada tem resultado”, revela.

CCP
O papel desempenhado ou a desempenhar pelo CCP foi outra questão levantada pelos conselheiros.
São Belo quer um Conselho das Comunidades Portuguesas “mais respeitado e apoiado” pelos governantes portugueses e acusa: “o trabalho a fazer é imenso e não vimos da parte das entidades governamentais nenhuma vontade para que ele funcione”.
Amadeu Batel também pede uma “maior dignificação” do CCP enquanto órgão representativo dos portugueses na Diáspora, algo que passa pela dotação daquele organismo com “meios capazes de manter uma estrutura orgânica com um maior grau de funcionalidade e operacionalidade”. Meios que, segundo Pedro Monjardino, poderiam passar criação estruturas físicas, de “um local para contacto com os portugueses”, porque, acrescenta, “há questões que os afectam e que não levam ao conhecimento das entidades nos consulados ou nas embaixadas”.
O representante das comunidades de Moçambique, Quénia e Zimbabué defende ainda a criação de “uma rede de contactos” dentro das comunidades para que os conselheiros possam melhor “chegar ao conhecimento dos problemas que as afectam”.
Ainda em relação ao CCP, o conselheiro pelo círculo eleitoral de Moçambique, Quénia e Zimbabué, lamenta que aquele organismo não tenha sido consultado em relação à alteração de lei eleitoral, recentemente aprovada na Assembleia da República e que institui o voto presencial dos emigrantes nas eleições Legislativas e nas Europeias.
“É verdade que a lei que regula o CCP não determina a obrigatoriedade por parte do Governo de consultar sempre aquele órgão, mas seria legítimo esperar que o Conselho tivesse sido consultado para emitir a sua opinião sobre uma matéria que diz directamente respeito aos emigrantes”, sublinha.

COMUNIDADES
Uma política activa de valorização das comunidades portuguesas, que defenda uma maior proximidade com Portugal e as suas instituições políticas, é outro ponto defendido pelos membros do novo Conselho das Comunidades.
Silvério Silva, da África do Sul, pede “um maior respeito do Governo pela Emigração portuguesa”, e queixa-se do fim do voto por correspondência, que, diz, vai trazer mais “dificuldades”.
O conselheiro afirma que ao terem que votar pelo sistema presencial, os portugueses na África do Sul estão a ser “estrategicamente banidos”, devido aos “muitos quilómetros que terão de percorrer” num país “com problemas de segurança”.
Opinião idêntica tem Pedro Monjardino, que acredita que a nova lei eleitoral vai contribuir para um maior afastamento das comunidades portuguesas em relação a Portugal.
“Eu ainda não percebi qual a justificação para o fim do voto por correspondência, por isso não posso afirmar convictamente se o voto presencial é melhor ou não, mas acredito que os emigrantes vão sentir-se ainda mais afastados do país”, refere o conselheiro de Moçambique, sublinhando que é necessário “justamente encontrar maneiras de fazer com que os portugueses no estrangeiro se sintam cada vez mais próximos de Portugal, que invistam no seu país”.
José Eduardo defende uma “política social activa” para os portugueses residentes no estrangeiro e critica o Estado Português, acusando-o de manter “no campo social a inércia que tem vindo a caracterizar a política dos sucessivos governos”.
Por sua vez, Alcides Martins, do Brasil, destaca como sendo de especial importância, a luta “pela valorização das próprias comunidades, espalhadas pelas sete partidas”, porque, destaca ainda, estas são lembradas apenas “por ocasião da vinda de alguma autoridade da República, aos países de acolhimento”.
Ainda sobre este ponto, Amadeu Batel acredita ser importante o reforço do movimento associativo “como meio essencial ao objectivo de prolongar a ideia de Portugal e da portugalidade no mundo”.
O conselheiro da Suécia diz que o associativismo tem vindo a sofrer “fortes ataques institucionais nos últimos anos”, uma realidade que diz ser necessário inverter, com o Governo a “contribuir para a definição de uma política global radicada em princípios que defendam os direitos linguísticos, culturais, identitários, cívicos e socio-económicos dos portugueses que residem fora do território nacional”.

TRABALHO E REFORMAS
Os problemas relacionados com os trabalhadores temporários e ainda as reformas dos emigrantes portugueses de primeira geração são questões que afectam mais do que uma comunidade portuguesa.
Em anteriores declarações a «O Emigrante/Mundo Português», Teresa Magno apontava as reformas como um problema que afecta vários portugueses na Holanda.
Consideradas “muito boas” quando comparadas com Portugal, em relação ao nível de vida da Holanda, são “assim-assim”, explicou a conselheira.
Um sistema de reformas “mais justo” é defendido por José Eduardo. Para que, de acordo com o conselheiro da Alemanha, em Portugal e no estrangeiro sejam revistas no sentido dos emigrantes “receberem por inteiro as reformas a que têm direito em ambos os países”.
José Eduardo defende ainda que o serviço dos ex-militares emigrantes passe a contar para o tempo de reforma. “Esta medida que foi aprovada na Assembleia da República e continua a não ser aplicada pelos vários governos portugueses”, recorda.
O trabalho temporário e precário é apontado por Manuel Beja como o problema que deve ser levantado pelo Conselho das Comunidades.
O conselheiro sublinha que há portugueses envolvidos “num esquema de contratação muito duvidoso” promovido em grande parte “pelas agências de contratação laboral”, muitas das quais com estatuto legal. Um esquema que na Suíça “os isola de um correcto processo de integração no mercado de trabalho e os sujeita aos baixo salários e a uma descarada e humilhante exploração, muito há semelhança da que é exercida sobre os compatriotas residentes noutros países europeus”, alerta.
Manuel Beja recorda ainda que em relação a esta questão, o CCP “teve no mandato anterior uma importante posição na denúncia e nos apoios aos emigrantes vitimas dos mais variados abusos”.

QUESTÕES LOCAIS
Às várias questões comuns aos portugueses residentes em diferentes partes do mundo, juntam-se outras.
São problemas que afectam directamente os portugueses residentes num determinado país...
O conselheiro Silvério Silva alerta para o aumento das situações de pobreza dentro da comunidade portuguesa na África do Sul, principalmente em relação aos emigrantes entre os 45 a 70 anos e causadas por situações de desemprego. “O nosso Governo terá de ter em conta este problema grave, pois a ajuda que a comunidade tem dado não chega para todos”, diz o conselheiro de Joanesburgo.
Na Alemanha é a dupla tributação de rendimentos que preocupa os portugueses e que leva o conselheiro José Eduardo e pedir uma “revisão justa do problema”, para acabar com o que considera ser um “escândalo” vivido por trabalhadores portugueses “a serem obrigados a pagar em Portugal valores já tributados no estrangeiro”.
No Luxemburgo, Eduardo Dias defende a assinatura de um acordo entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Portugal e os organismos congéneres luxemburgueses, para o apoio à formação profissional “de um número cada vez maior de portugueses que se encontram no desemprego”.
“Nós cremos que deveria ser elaborado um acordo entre o IEFP e os organismos que existem no Luxemburgo, para tentar que os três mil portugueses que se encontram no desemprego consigam uma melhor formação profissional, de forma a voltarem a entrar no mercado de trabalho”, defende.
Na Holanda, a questão das reformas dos emigrantes de primeira geração é uma das grandes preocupações da nova conselheira do CCP. Teresa Magno explica que naquele país, as reformas dos trabalhadores totalizam sempre 75 por cento do ordenado, seja qual for o número de anos.
O governo holandês atribui entretanto, um acréscimo a quem residir na Holanda há pelo menos 50 anos. “Eles começam a contar quando as pessoas têm 15 anos e o problema reside no facto de que nenhum português que emigrou para a Holanda nos anos 60 ou 70 tinha, na altura da reforma, 50 anos de permanência naquele país”, explica. Como consequência, os portugueses não têm direito a esse subsídio que permite aos trabalhadores holandeses receberem uma melhor reforma. “Recebem só a percentagem dos anos que cá residem e, portanto, vivem em desigualdade de condições monetárias em relação a qualquer holandês”, explicou ainda a conselheira, sublinhando há “casos de portugueses a viverem com muita dificuldade”.
Da Holanda para a Suíça. Ali o problema, segundo Manuel Beja, prende-se com o acordo de livre circulação de pessoas entre a Suíça e a União Europeia.
“Não deixa de ser assustador e preocupante, um falso positivismo acerca destes acordos, colocando de lado os inúmeros problemas que vão surgindo a inúmeras famílias de portugueses, impedindo que as instituições oficiais venham a desempenhar com eficácia um papel de rigor na aplicação do acordo bilateral entre a Suíça e a União Europeia, no âmbito da livre circulação de pessoas”, queixa-se o conselheiro.
Manuel Beja afirma mesmo que o número de denúncias sobre falsas interpretações do acordo bilateral, por parte de algumas entidades suíças, “está a prejudicar os nossos compatriotas em matéria de reagrupamento familiar, residência, e direitos sociais reconhecidos pelo acordo”.
Por esse motivo, o conselheiro defende a necessidade “de se combaterem as perversões do acordo”, e pede maior atenção de Portugal. “As instâncias locais do Estado português, consulados e embaixada, devem estar mais atentas aos problemas provocados por falsas ou abusivas interpretações do acordo; este garante uma paridade de tratamento entre cidadãos europeus e suíços que rigorosamente deve ser exigida, e não a submissão dos portugueses”, alerta ainda.
Noutro continente, é a insegurança que prende a atenção de um novo conselheiro do CCP.
Eleito em Abril, relativamente à região que representa - Moçambique, Quénia e Zimbabué, Pedro Monjardino destaca a situação político-social que se vive actualmente no Zimbabué como algo que está a acompanhar “de perto”. O conselheiro considera a situação “preocupante”, e que o faz estar particularmente atento aos cerca de 1500 portugueses que residem naquele país.

ELEITOS, NOMEADOS E INDICADOS

Inicialmente composto por 100 membros,
o CCP - órgão de consulta do Governo português para as questões de emigração - passou a ser constituído por 73 conselheiros, como consequência da nova Lei que rege aquele organismo, aprovada em 2007.



Do seu total, 63 membros seriam eleitos por sufrágio universal directo (nas eleições que decorreram a 20 e a 27 de Abril deste ano) e dez designados pela Secretaria de Estados das Comunidades Portuguesas, por entre os membros do meio associativo português, dos luso-eleitos e ainda do Conselho das Comunidades Madeirenses e do Congresso das Comunidades Açorianas.
Mas nas eleições de Abril, Holanda, Espanha, Angola, Índia e Cabo-Verde não apresentaram qualquer candidato ao CCP, o mesmo acontecendo com o círculo eleitoral de Valência, na Venezuela. A falta de candidatos obrigou o secretário de Estado das Comunidades a nomear os representantes dessas comunidades. António Braga nomeou então Maria Teresa Heimans Ferreira Magno (Haia, Holanda), Joaquim Torres Rodrigues (Luanda, Angola), Maria Adriana Carvalho (Praia, Cabo Verde), Jorge Renato Fernandes (Nova Deli, Índia) e Manuel Martins Pereira (Valência, Venezuela).
À Agência Lusa, fonte do gabinete do secretário de Estado das Comunidades, revelou que ficou por nomear um conselheiro por Espanha porque “não se apresentou ninguém, nem se encontrou alguém com disponibilidade”.
Cinco meses depois de ter sido eleito, o Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) ficou agora completo no final de Setembro, com a designação dos conselheiros indicados de entre o meio associativo e dos portugueses eleitos para cargos políticos no estrangeiro.
A mesma fonte revelou que por votação das associações de portugueses na Europa, foram designados Alfredo Cardoso (membro da Federação das Associações Portuguesas de Munster, Alemanha) e Mário Castilho (Presidente da Associação Portuguesa Cultural e Social de Pontault-Combault, França). As Associações de Fora da Europa escolheram o dirigente associativo Terry Costa, do Canadá, e Raul Simón , presidente da Casa de Portugal de Montevideu. O Conselho Permanente das Comunidades Madeirenses designado José Gonçalves, residente na Bélgica, mas o Congresso das Comunidades Açorianas optou por não indicar ninguém, preferindo designar pessoas de acordo com os temas a discutir.
Por fim, os luso-eleitos na Europa escolheram Paulo Paixão e Cristela de Oliveira, ambos de França, enquanto os eleitos Fora da Europa designaram Rita Botelho dos Santos (pelo círculo China, Japão, Tailândia e Macau) e Manuel Simão de Freitas (da África do Sul).
Por conhecer estão os membros do Conselho da Juventude das Comunidades Portuguesas (CJCP), outra das novidades introduzidas pela nova Lei, que define que os seus 11 membros serão designados pelas associações de juventude das comunidades portuguesas, de acordo com a seguinte representatividade: um membro oriundo da região da Ásia e Oceânia; dois membros oriundos da região da África; da região da América do Norte; também dois da região da América Central e América do Sul e quatro membros oriundos da Europa.


Pacman


“(...) Com isto tudo, quer-me parecer que Putin anda a querer mostrar que tem a pila maior que os outros”

Vladimir Putin acaba de lançar um DVD onde ensina os movimentos do judo, já que é cinturão negro desta arte marcial. Putin faz o possível e o impossível para mostrar a sua virilidade: já foi fotografado a pescar de tronco nu, a voar num avião de combate e, muito melhor ainda, a disparar um dardo tranquilizante sobre um tigre de forma a impedir que este atacasse um grupo de jornalistas/cientistas que o acompanhavam. Era porreiro que o DVD do judo tivesse estes momentos incluídos nos extras. Eu sacava logo, desculpem, comprava logo.

Eu gosto muito de filmes e à força de ver tantos começo logo a fazê-los na minha cabeça. Já estou a ver matéria para um, aqui. É óbvio que estamos perante uma mensagem pouco subliminar: com isto tudo, quer-me parecer que Putin anda a querer mostrar que tem a pila maior que os outros. Os outros poderão ser, para além de rivais no seu próprio reino, líderes de outras potências. Assim de repente, sei lá, o Bush, por exemplo. Que eu saiba, o cowboy-mor dos Estados Unidos ainda não lançou nenhum vídeo a apanhar gado num rodeo ou a montar um touro. Anda a dormir na baliza.

Pensando num outro filme para este argumento (temos que ter referências, afinal, como dizia o outro, do nada, nada se cria), acho que se poderia pegar em 'Enter The Dragon', com Bruce Lee, como ponto de partida. Basicamente, temos Lee como um infiltrado de uma agência governamental a lutar contra a escumalha da Terra e seus representantes num torneio ilegal numa ilha recôndita. Convém sublinhar que a luta é até à morte. Nesta versão, propunha, além dos nomes referidos, Kim Jong-Il, Castro, Bin Laden e outros fundamentalistas árabes, bem como judeus, não esquecendo os ditadores africanos. Para tornar a coisa mais interessante, em vez de filme, fazemos um reality-show, com transmissão directa e ininterrupta. Só tenho um problema: quem seria o 'infiltrado'?




Buraka Som Sistema é o candidato português a "Artista favorito da Europa"


O grupo Buraka Som Sistema é o candidato da MTV Portugal ao prémio de "Artista favorito da Europa", cujo vencedor é anunciado a 06 de Novembro em Liverpool, Reino Unido, nos 15/os Prémios Europeus de Música da MTV.

A MTV Portugal anunciou hoje que os Buraka Som Sistema foram eleitos a melhor banda portuguesa e disputam a partir de terça-feira o título de "Artista favorito da Europa" com os candidatos de cada um dos outros 22 canais regionais da MTV na Europa.

Os cinco nomeados para a edição deste ano eram os Buraka Som Sistema, o rapper Sam The Kid, a cantora Rita Redshoes, os Vicious Five e o músico Slimmy.

Entre os artistas portugueses que já venceram edições anteriores do prémio regional da MTV contam-se os Da Weasel, Moonspell e os The Gift.

A 15/a edição dos Prémios Europeus de Música da MTV decorrerá no Echo Arena em Liverpool, este ano Capital Europeia da Cultura.

Este ano, os Coldplay e a cantora Duffy lideram os prémios com três nomeações cada.

A cerimónia será transmitida em directo pela MTV Portugal e por todos os canais regionais da MTV espalhados pelo mundo.

Lisboa acolheu esta mesma cerimónia em 2005, juntando-se a outras cidades como Londres, Paris, Roma e Munique.




AlgarveSol,Carlos & Fàtima Paulino

Chlausjägergasse 6,
6403, Küssnacht am Rigi/LU,
Luzern,
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Telefone: 041 850 16 19
Fax: 041 850 16 19
E-mail: algarvesol@bluemail.ch


Curso Tecnico Administrativo com equivalência ao 12 º ano


Curso Tecnico Administrativo com equivalência ao 12 º ano
Procuro trabalho nas áreas de limpeza, arrumação de quarto de hoteis, empregada de cozinha de resetaurantes etc...
ana_filipe_85@iol.pt
Vamos ajudar a Ana,se tiverem novidades não hesitem em entrar em contacto....
Contacto telefónico: 918971517
Email do contacto: ana_filipe_85@iol.pt



Tenho o 12ºano e trabalho em portugal na area dos Moldes Plástico

Tenho o 12ºano e trabalho em portugal na area dos Moldes Plásticos á 8 anos na mesma empresa, mas pretendo ir para fora trabalhar! Faço qualquer coisa! Tenho 26 anos, não tenho filhos.

Vamos ajudar o David,se ouvir falar de alguma coisa,não hesite.Nós que jà cà estamos,temos por obrigação de ajudar os nossos...........

Email do contacto: david_santos_82@iol.pt - 918174718




Festa Portuguesa com REBECA e os TRIÂNGOLO ZAP


Quando: 18.10.2008. | 18.00 h
Título do Evento Festa Portuguesa com REBECA e os TRIÂNGOLO ZAP
Onde: Gemeinde-Saal Baar - Baar - Zug
Descrição do evento:

Haverá cozinha à Poertuguesa servida pela CASA DÃO LAFÕES

- Menu 1 = Leitão à Bairrada

- Menu 2 = Bacalhau à Casa Dão Lafões

- Menu 3 = Febra com Batata Frita

Entrada: CHF 25.00

Reservas: 076 547 29 38

Organização: Comissão de Pais do cantão de ZUG

Página Internet: Nenhuma Página Internet disponível
Rua: *
Cód. Postal: 6340
Cidade Baar - Zug
País: CH Mostrar mapa de Localização





Empate: Portugal jogou na Suécia sem correr riscos


Queiroz aposta em não perder

Portugal e Suécia, ambas com medo de sofrer uma derrota comprometedora, apostaram num jogo nulo e foram recompensadas com um ponto que não compromete ambições. Mas o jogo de Estocolmo mostrou uma nova faceta da Selecção, deliberadamente defensiva e pouco ambiciosa, bem longe das promessas que acompanhavam a propaganda do sucessor de Scolari.



A Suécia também optou por reforçar numericamente o meio-campo, num 4x5x1 atípico, com o sacrifício posicional de Ibrahimovic, deixando Elmander isolado na frente. E assim foi. Nani desapareceu após duas ou três iniciativas, Ronaldo passeou mais do que jogou e Hugo Almeida só fez número.

Apesar do isolamento, por vezes entre quatro defesas nacionais, Elmander produziu imenso, logrando fazer quatro remates no primeiro tempo, embora sem nenhuma situação de golo flagrante. Portugal, com Meira remetido a funções exclusivamente defensivas, teve muitas dificuldades em organizar o ataque, sentindo a ausência de Deco e de Simão. Ronaldo só se fez sentir fugazmente à meia hora em dois lances com Hugo Almeida, ambos mal concretizados.

Após o intervalo, à excepção de uma jogada individual de Moutinho (51’), o jogo ainda foi mais sensaborão, muito táctico, pouco espectacular. O primeiro remate sueco nesse período, por Karlsson, só chegou aos 73’, mas pouco depois uma desatenção de Meira deixou Ibrahimovic sozinho para obrigar Quim à defesa mais difícil da noite.

Carlos Queiroz não mexeu no meio-campo nem confiou em Nuno Gomes, limitando-se a dar minutos a Quaresma, passando Ronaldo para o eixo do ataque, mas o putativo melhor do Mundo está ainda bem longe da forma e da confiança que a equipa precisaria para repousar sobre a sua capacidade de decisão.

ANÁLISE

POSITIVO: MEIRA GANHA ESPAÇO

Como a aposta de Queiroz foi não perder, o plano resultou. Portugal defendeu bem, sobretudo após a rectificação da marcação a Elmander, e pode ter ganho uma solução de futuro, o trinco Meira.

NEGATIVO: QUARESMA NÃO MUDA

Os anos passam, os seleccionadores mudam e Quaresma continua a falhar na cena internacional. E quando entra para jogar 20 ou 30 minutos, a tendência individualista ainda o ataca mais forte.

ARBITRAGEM: O MELHOR DO MUNDO

Um amarelo a Ibrahimovic, muita conversa com Ronaldo – e a certeza de que onde Rosetti está ninguém manda mais. Há um lance duvidoso com Paulo Ferreira, mas a interpretação do árbitro é correcta.

PORTUGAL: COM OUTRO RONALDO TERIA SIDO MELHOR

QUIM. Uma ou duas falhas, mas nada grave. Também uma ou duas boas defesas, nada memorável.

BOSINGWA. Só uma falha a defender, o plano deveria ter permitido ao lateral direito subir mais.

PEPE. As dificuldades apareceram mais do lado de Elmander do que de Ibrahimovic.

BRUNO ALVES. A sua forma de jogar não encaixou nos critérios da equipa de arbitragem, o que lhe valeu duas ou três faltas duvidosas.

PAULO FERREIRA. Cumpriu e fica a sensação de que aos 55’ sofreu falta para grande penalidade.

MEIRA. Auxiliar precioso para os dois centrais. Resolveu tudo à custa de jogo posicional e serenidade, sem faltas na zona frontal.

RAUL MEIRELES. Um jogo com bom ritmo e equilibrado.

NANI. Frágil. Nenhuma acção relevante, apenas disponível para cumprir as funções defensivas. Perdas de bola e incapacidade para encontrar espaço.

HUGO ALMEIDA. Terá sido útil a defender, nas bolas paradas. Mas só isso. Remate com perigo (33’).

RONALDO. O extremo do Manchester United regressou. Quer dizer, cumpriu o seu papel e não esteve pior do que a generalidade dos colegas. Mas a Selecção precisava do verdadeiro Cristiano Ronaldo. Nas alas perdeu várias vezes a bola e só perto do fim ensaiou lances de um para um. Apenas dois remates são um registo fraco.

QUARESMA. Só apareceu nos últimos minutos, depois de uma entrada que poderia ter valido vermelho e depois viu um amarelo. Má decisão (89’) após passe de Danny.

DANNY. Entrou tarde. Nani estava mal e o bom momento do ‘russo’ merecia mais minutos. Como se provou.

MOUTINHO: Portugal não teve propriamente um destaque. O sportinguista foi um 10 diferente de Deco. Mais presente a defender e a equilibrar a equipa, com menos peso no ataque. Foi de Moutinho a melhor ocasião de golo com um remate (51’) a sair perto da baliza de Isaksson.

RONALDO À LUPA

34m. Recebe um passe dentro da área. Remata por cima.

54m. Levanta a bola por cima de Nilsson e isola Paulo Ferreira.

82m. Entrega a Quaresma, recebe mais à frente, progride e coloca na área para Nani que adianta um pouco.

ESTATÍSTICA

Passes certos: 21

Passes errados: 1

Recuperações: 0

Faltas sofridas: 1

Faltas cometidas: 1

Remates: 2

Assistências: 0

Golos: 0

"CONSEGUIMOS UM BOM RESULTADO"

"A equipa fez uma boa exibição. Foi um bom resultado, embora fiquemos com a sensação de que se um dos nossos contra-ataques tivesse corrido melhor poderíamos ter ganho o jogo." Carlos Queiroz era um técnico satisfeito após o empate na Suécia e enalteceu a maior segurança da Selecção.

"A partir de determinada altura a Suécia percebeu que se nos desse espaços poderia comprometer o jogo. Fizeram um jogo mais seguro em termos físicos, enquanto nós jogámos com as nossas características", disse o seleccionador nacional.

Apesar de Portugal estar apenas no terceiro lugar do Grupo 1, Queiroz apelou à tranquilidade. "Ainda é cedo, há muitos pontos para jogar. Estamos no princípio do apuramento. A Selecção tem de chegar ainda mais longe e estamos a tentar construir uma grande equipa", afirmou o técnico, acrescentando: "Sem dúvida de que vamos estar no Mundial na África do Sul."

NOTAS

IBRAHIMOVIC: CASTIGADO

A estrela da Suécia, Zlatan Ibrahimovic, viu ontem um cartão amarelo e fica de fora do próximo desafio da fase de apuramento do Mundial 2010, contra Portugal, a 28 de Março de 2009.

BANCADA: QUATRO PORTUGUESES

Manuel Fernandes, Antunes, Yannick e Carlos Martins foram os jogadores portugueses excluídos por Carlos Queiroz para o confronto com a selecção sueca.

SELECÇÃO: RONALDO PREMIADO

Oavançado Cristiano Ronaldo e o médio Holmen foram eleitos os homens do jogo e receberam, no final da partida, uma placa alusiva ao ‘Man of the Match’, em Solna.

DINAMARCA VENCE MALTA E JÁ LIDERA

A Dinamarca não se deixou surpreender pela selecção de Malta e venceu por 3-0. A Hungria alcançou a primeira vitória da fase de qualificação frente à Albânia 2-0. Nos outros grupos, não houve surpresas. Os favoritos Alemanha, Espanha, Grécia e Inglaterra venceram os respectivos encontros e já lideram destacados os respectivos grupos. Meia surpresa foi o empate da França no terreno da Roménia e o nulo de Itália também fora, frente à Bulgária.

FICHA DO JOGO

Qualificação Mundial – 11/10/08

Estádio Rasunda (Estocolmo) – Assistência: 33 241

SUÉCIA: Isaksson, Safari, Majstorovic, Hansson, Nilsson, Larsson, Andersson, Holmen, Kallstrom, Elmander e Ibrahimovic. Seleccionador: Lars Lagerback.

PORTUGAL: Quim, Bosingwa, Pepe, Bruno Alves, Paulo Ferreira, Meira, Raul Meireles, João Moutinho, Nani (Danny, 86m), Cristiano Ronaldo e Hugo Almeida (Quaresma, 65m). Seleccionador: Carlos Queiroz.

Árbitro: Roberto Rosetti (Itália)

Disciplina: amarelos: Ibrahimovic (34m), Quaresma (80m)

Classificação do jogo: 4

CLASSIFICAÇÃO DO GRUPO 1

1.º Dinamarca, 7 pontos / 3 jogos

2.º, Suécia, 5/7

3.º, PORTUGAL, 4/3

4.º, Hungria, 4/3

5.º, Albânia, 4/3

6.º, Malta, 0/3



Lausanne


Capital Olímpica, onde está o COI e o moderno Museu Olímpico. Não deixe de visitar os vinhedos da região e provar o vinho local. A produção de vinho na Suíça é artesanal e de qualidade e mais de 90% das garrafas são consumidas no próprio país.
www.lausanne-tourisme.ch



Escritor Adalberto Alves distinguido pela UNESCO


O escritor português Adalberto Alves foi distinguido com o prémio Sharjah 2008 para a cultura árabe, atribuído pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura).

De acordo com um comunicado da UNESCO, o prémio, também atribuído ao professor egípcio Gaber Asfour, será entregue aos dois laureados numa cerimónia a realizar na sede da UNESCO, em Paris, a 17 de Novembro.

O prémio Sharjah, no valor de 30 mil dólares (22 mil euros) para cada vencedor, foi criado em 1998 com fundos oferecidos pelo Emirado de Sharjah, dos Emirados Árabes Unidos, por proposta do xeque sultão Bin Mohamed Al-Oassimi. O objectivo do prémio é distinguir personalidades, grupos ou instituições que tenham contribuído de forma significativa para o desenvolvimento, a difusão e a promoção da cultura árabe no mundo e também a preservação e revitalização deste património cultural.

Atribuído pela primeira vez em 2001, o prémio Sharjah tem distinguido sempre duas personalidades, uma do mundo árabe e outra de um país não árabe, como acontece este ano com o português Adalberto Alves.

José Adalberto Coelho Alves, 69 anos, advogado, é presidente do Centro de Estudos Luso-Árabes de Silves. O seu interesse pela cultura muçulmana levou-o a estudar Língua Árabe na Universidade Nova de Lisboa, encontrando-se ligado a diversas instituições, entre as quais se pode destacar a Fundação da Memória Árabe, o Centro Português de Estudos Islâmicos e a Academia de Altos Estudos Ibero-Árabes.

Entre os livros de poesia, contos e ensaios que publicou incluem-se títulos dedicados ao mundo árabe: «O Meu Coração é Árabe», «Arabesco - da Música Árabe e da Música Portuguesa», «Al-Mu'tamid/ Poeta do Destino» e «Ibn'Ammâr Al-Andalusi - O drama de um poeta».




Jorge e Domingues-Leitão assado à Bairrada


Jorge e Domingues,são dois amigos meus,que teêm um negócio a tempo parcial, de assar leitões à Bairrada.E que devo acrescentar,o fazem muito bem.
Se mora no cantão de Fribourg,Vaud,berna ou Neuchâtel.Sinta-se com sorte,pois eles teêm o forno em Cotterd,mesmo junto ao lago de Morat.
Além de Leitão também fazem por encomenda,Cabrito Assado no forno com batatas,Coelho assado no forno,com entregas ao domicilio.
Se està interessado o melhor é mesmo telefonar para:
079 579 31 81
ou 076 482 34 14

Jorge e Domingues
Assados e Grelhados
Cotterd
1585 Salavaux


Berna recebe o novo shopping center Westside


Motivo de festa na capital suíça: Berna recebe o novo shopping center Westside, uma impressionante obra de formas geométricas quase anárquicas assinada pelo arquiteto norte-americano Daniel Libeskind, o mesmo que construiu o Museu Judaico em Berlim.

A obra foi construída em cima de uma auto-estrada e oferece não apenas lojas, mas também um centro aquático, hotel e até asilo de idosos.

Uma construção de superlativos: durante quarenta meses 1.800 operários trabalharam para a sua finalização. Hoje o novo shopping center da capital helvética é inaugurado com grandes palavras por políticos e empresários.

"Ele nos permite viver a urbanidade do futuro já nos dias de hoje", declararam à imprensa internacional os representantes da cooperativa Migros, a empresa proprietária. "Um novo marco para a nossa cidade", reforçou Alexander Tschäppät, prefeito de Berna e que ainda associou a obra a um marco histórico da cidade: - "Um milagre de Berna", lembrando a vitória da seleção alemã em 1954.

O ambiente festivo é reforçado pelo forte cheiro de chocolate que paira no ar graças à proximidade da fábrica do Toblerone. O autor da obra, Daniel Libeskind, se mostra satisfeito. "O Westside une lazer e cultura, jovens e velhos", afirma ao jornal Der Bund. O arquiteto americano diz não acreditar que ele possa ser superado pelo tempo.

Mercado moderno

O Westside teve um custo aproximado de 500 milhões de francos (US$ 438 milhões) e se vê muito mais do que apenas um templo de consumo. "Ele é um lugar vivo do século 21. Uma cidade. Aqui as compras, o lazer, o descanso e a habitação se transformam em uma nova forma de vivência", analisa Libeskind.

Além das lojas, o espaço abriga cinemas, um gigantesco centro aquático com salas de ginástica, um hotel com espaço para conferências e reuniões e também um asilo de idosos com 95 apartamentos e 20 quartos de tratamento. Todas essas diferentes atividades estão interconectadas por escadas rolantes. O consumidor tem até a possibilidade de guardar suas compras em armários climatizados enquanto assiste a um bom filme.

Linhas em zig-zag, paredes inclinadas, colunas tortas e vitrais marcam essa obra arquitetônica. "Através de gigantescos cristais, a luz do dia chega até o segundo rés-do-chão", esclarece Rudolf Kaufmann, que trabalhou de guia no canteiro de obras até a inauguração do shopping center. "Eu vivencio essa passagem da luz todos os dias de uma forma nova, esse jogo entre luz e sombra."

Projeto ambicioso

A execução do projeto de Libeskind, seu primeiro shopping center, trouxe grandes desafios para os engenheiros. Um exemplo: as paredes inclinadas não permitiram a utilização de vidro normal, mas sim um material colado, mais caro, para que a parede não se curvasse.

Como Kaufmann explica à swissinfo, a complicada estrutura do Westside consumiu 10% a mais de aço do que a Torre Eiffel de Paris. "Onze mil toneladas. Você pode imaginar o que é isso?", pergunta.

O prédio foi construído exatamente sobre a auto-estrada A1, cinco quilômetros distante do centro de Berna, mas, graças ao bom sistema de transporte, pode ser alcançado em poucos minutos a partir da estação de trem da cidade. O túnel da rodovia é quase o fundamento do Westside. A cobertura em madeira de acácia-falsa faz com que a fachada se integre bem à paisagem, que mistura espaços agrícolas e áreas verdes. Para Libeskind, sua primeira obra na Suíça é também um projeto contra a deterioração dos campos.

Ecologia

O Westside é o primeiro shopping center com essas dimensões na Suíça a adotar o padrão ecológico da "Minergie", associação suíça cujo objetivo é a diminuição do consumo de energia em construções através de tecnologias de utilização racional e através de fontes energéticas renováveis. Isso significa que o centro irá gastar menos com aquecimento: metade da energia vem de modernos incineradores de restos de madeira sem emissão de CO2; apenas 15% do aquecimento é feito através da queima de óleo.

O novo shopping se considera o portal de entrada da capital helvética, mas sem esquecer os vizinhos francófonos (Berna está muito próximo da fronteira lingüística do país). Por isso, todas as ruas e praças do centro comercial têm nomes de personalidades dessa região. Exemplos: Ramuzstrasse, Tinguelyweg, Le-Corbusier-Platz. A praça central chama-se Gilberte-de-Courgenay, uma homenagem à famosa filha de um gastrônomo do Jura, que consolava os soldados durante o período da I Guerra Mundial.

Graças ao Westside, Berna recebe mais um marco moderno, além do Centro Paul Klee, do arquiteto Renzo Piano, o que reforça o seu caráter como parte do patrimônio cultural da humanidade pela Unesco. Seus proprietários esperam pelos menos 10 mil visitantes por dia no centro. Mas será que eles virão?




Um diploma suíço de pós-graduação


Um diploma suíço de pós-graduação pode dar um bom impulso em carreiras de diversas áreas. Melhor ainda se for conseguido com a ajuda de uma bolsa de estudos.

Além de uma boa economia para alguém que está em início de carreira, significa a vitória em mais uma batalha: a da concorrência com outros candidatos. E isso não é pouca coisa.

As possibilidades para se obter uma bolsa para estudar na Suíça são diversas, mas a competição é grande, a persistência é necessária e, sobretudo é preciso ter um objetivo claro do que se quer estudar para finalmente ser contemplado com o prêmio.

Os candidatos a uma bolsa precisam normalmente provar a excelência acadêmica, por meio de um histórico escolar com boas notas, apresentar diplomas de idiomas, cartas de recomendação, de motivação e uma série de documentos exigidos durante todo o processo que dura pelo menos um ano até o embarque do estudante para a Suíça.

Possibilidades

O governo suíço oferece bolsas de estudo, de mestrado e doutorado, para brasileiros em todas as áreas, inclusive, línguas, artes e música. Os brasileiros estão em posição favorável para conseguir as bolsas ESKAS, já que existe o interesse por parte do governo suíço em reforçar a cooperação com o Brasil.

O número de bolsas para o ano que vem fica entre cinco e dez, mas não há uma quantidade mínima. "Depende um pouco dos candidatos e das áreas de estudos que eles apresentam", diz Olivier Brighenti, responsável pela Comissão federal de bolsas para estudantes estrangeiros, da Secretaria de Estado para Educação e Pesquisa do governo suíço.

"As bolsas também são destinadas a estágios de pesquisa feitos na Suíça, para doutorandos", acrescenta Brighenti. O valor da bolsa é de 1920 francos suíços, cerca de 2700 reais sou 1230 euros por mês e tem duração de nove meses. Estudantes bolsistas estão dispensados de pagar as taxas escolares da instituição de ensino na Suíça.

Portugal

Os portugueses também podem concorrer a bolsas do governo suíço, porém para países da Europa ocidental, as bolsas são concedidas em sistema de "pool", o que significa que não há um número fixo de bolsas por país. Segundo Brighenti há entre 20 e 25 bolsas para candidatos da região, no total. Não está prevista concessão de bolsas para países africanos
lusófonos.

Os candidatos interessados devem preencher o formulário de inscrição distribuído pelas representações do governo suíço (consulado ou embaixada) e entregar os documentos necessários no mesmo local. As informações sobre os prazos de inscrição, requerimentos e detalhes sobre a candidatura estão disponíveis nos sites da embaixada suíça no Brasil e no site da Secretaria de Estado para Educação e Pesquisa do governo suíço http://www.sbf.admin.ch/htm/themen/bildung/stipendien/eskas_en.html#6. (Ver lista). "É recomendável que os candidatos leiam com a atenção as condições e outras informações disponíveis antes de enviar o dossiê", afirma Brighenti.


Em busca de talentos

A excelência é um critério comum entre todas as instituições que concedem bolsas de estudos a cada ano. Apesar da concorrência acirrada o número de interessados em financiar um período de aperfeiçoamento fora do país tem crescido, segundo os dados da Fundação Estudar, e que nos últimos 17 anos investiu 5,6milhões de dólares em aperfeiçoamento de carreiras. Este ano foram selecionados 38 candidatos, entre seis mil inscritos. Em 2007 a procura foi de 1500 candidatos.

A instituição, sediada no Brasil, financia programas de graduação e pós-graduação no Brasil e no exterior, além de intercâmbios. São cobertos de 5 a 95% das despesas solicitadas pelo bolsista, segundo Thais Junqueira, diretora-executiva da Fundação Estudar. A seleção ocorre todos os anos e não há um número fixo de bolsas.

As áreas privilegiadas pela instituição são Administração, Economia, Engenharia e Ciências Exatas, Relações Internacionais e Políticas Públicas. Além disso, o candidato pode escolher o país onde quer estudar. Para Thais Junqueira, o perfil ideal do bolsista inclui características como ética, espírito de liderança e natureza empreendedora, pró-atividade, criatividade e capacidade de enxergar e aproveitar oportunidades, além da excelência acadêmica.

Um brasileiro no IMD

O brasileiro Marcelo Parodi foi um dos contemplados com uma bolsa da Fundação Estudar para um MBA (Master in Business Administration) no concorrido International Institute for Management and Development (IMD), em Lausanne, na Suíça, há pouco mais de dez anos. O IMD ocupa o primeiro lugar no ranking de escolas que oferecem cursos do gênero, da revista "The Economist", publicado este ano.

"A bolsa literalmente mudou minha vida", diz Parodi. "O MBA adiciona inúmeras perspectivas a sua forma de enxergar o mundo, e possibilita o contato com as empresas e mercados diferentes, até então desconhecidos", completa. Ele afirma ter mudado os rumos da carreira em decorrência do MBA. Antes do período de estudo no IMD ele trabalhava na mineradora sul-africana Anglo American, como assessor do diretor-executivo para atividades do grupo na América do Sul. De volta ao Brasil começou a trabalhar no setor de energia, primeiro na Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), depois na Enron, até abrir a própria empresa. "Hoje sou sócio e diretor-executivo da Comerc Energia, maior comercializadora independente de energia elétrica do Brasil", conta Parodi que também é diretor da Fundação Estudar.

As inscrições para obtenção de uma bolsa da Fundação Estudar começam em janeiro de cada ano e podem ser feitas pela Internet (www.estudar.org.br). O processo seletivo tem sete fases entre pré-seleção e entrevistas com a equipe da fundação, ex-bolsistas e conselheiros. "A Fundação aceita inscrições de estudantes que já estejam matriculados ou em processo de aceitação em instituições de primeira linha", explica Thais Junqueira, diretora executiva da Estudar.

Representações em vários países

A Fundação Rotary, com representantes em diversas partes do mundo, inclusive Brasil, Portugal e Angola, também oferece, entre outros programas, o de bolsas educacionais. Elas têm a duração de um ano letivo e o valor doado ao estudante é destinado ao pagamento das taxas escolares e despesas básicas como moradia e alimentação.

No processo de seleção o Rotary leva em conta o envolvimento do candidato com o tema que pretende estudar. "Ele deve ter destaque na sua atuação pessoal e profissional e predisposição de difundir os ensinamentos, preferencialmente dando aulas universitárias", diz o advogado brasileiro, Marcos Buim, presidente da Comissão Distrital de Bolsas Educacionais e em Prol da Paz Mundial da Fundação Rotária. "Também é desejável que tenha espírito voluntário, para dar seqüência na doutrina rotária", completa. Segundo Buim, as áreas de estudo privilegiadas geralmente são ligadas aos aspectos humanitários, como paz mundial, combate ao analfabetismo (em todos os níveis), aperfeiçoamento de métodos voltados à saúde pública, combate à seca, desnutrição, entre outros temas.

O Rotary exige também a participação ativa do estudante na comunidade que o recebe. "Espera-se que o bolsista contemplado atualize-se sobre a cultura do país onde irá estudar", diz Marcos Buim. "Assim como municie-se de informações sobre nosso país, suficientes para representar nosso povo quando indagado sobre seu país de origem", acrescenta.

Inscrições

O candidato a uma bolsa educacional pode escolher o país onde realizará o programa de estudos, que pode ser inclusive a Suíça. Para fazer a inscrição o candidato deve procurar, na região onde vive, um Rotary club. Para descobrir qual o clube da região é preciso consultar o site http://www.rotary.org, que apresenta informações úteis aos interessados na obtenção dos vários tipos de bolsas da instituição e suas atividades, em geral.

O contato com algum membro do clube, que costuma fazer reuniões semanais, é importante porque a indicação do candidato é feita por esse grupo de pessoas. São eles também que informam sobre a disponibilidade de bolsas, os prazos de inscrição, distribuem os formulários necessários e informam sobre as etapas seguintes e entrevistas. Antes do embarque, o bolsista freqüenta também seminários preparatórios sobre como deve proceder no país onde vai estudar.

Idiomas

Os processos de candidatura para bolsas, em geral, são longos e complexos, porém é importante lembrar que de nada vale tanta preparação se o candidato não tiver bom conhecimento do idioma de estudo. Certificados e diplomas que comprovam o nível de conhecimento podem ajudar no processo de seleção. Felizmente, para estudar na Suíça é possível escolher entre instituições de ensino que ministrem cursos em alemão, francês, italiano. Algumas delas também oferecem programas em inglês apesar de não ser um idioma oficial suíço.



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